Juristas publicam manifestos e defendem as prévias do PSDB e a candidatura de João Doria

Os juristas afirmam que "o candidato à Presidência da República legalmente constituído pelo PSDB para as eleições de 2022 é João Doria”

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Um manifesto assinado por 73 juristas foi publicado nesta quinta-feira (21). O motivo: sair em defesa do resultado das prévias do PSDB, que escolheram o ex-governador de São Paulo João Doria para disputar a Presidência da República pelo partido.

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No manifesto, os juristas afirmam que “ninguém no partido ou fora dele tem autoridade” para desrespeitar a decisão que foi tomada pelos membros da legenda em novembro do ano passado. A declaração acontece por conta da tentativa de parte do partido, que quer indicar o ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) ao invés de João Doria.

“Ninguém no partido ou fora dele tem autoridade para violentar os 34 anos de história da Social Democracia, para rasgar o estatuto ou para anular a decisão democrática, soberana e irrevogável dos filiados em função de interpretações pessoais e subjetivas sobre o quadro eleitoral, afirmam os juristas, dizendo ainda que “não é necessário ser especialista em direito eleitoral ou partidário para ter absoluta convicção disso”.

Em outro trecho do documento, os signatários afirmam que “o candidato à Presidência da República legalmente constituído pelo PSDB para as eleições de 2022 é João Doria”. “Quem, honestamente, desejar colaborar com o Brasil estará engajado na sua campanha!”, afirma o documento.

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Assim como explicado, João Doria é alvo de uma ação deflagrada por lideranças do PSDB. Dentre esses líderes estão o deputado federal Aécio Neves (MG) e o senador Tasso Jereissati (CE), que tentam lançar Eduardo Leite como candidato do partido à Presidência.

Nas últimas semanas, após ter recebido carta-branca, Eduardo Leite tem dito que respeita as prévias, ressaltando, no entanto, que o partido não pode se apegar ao resultado das prévias. Isso porque ele afirma que a legenda deve estar aberta a discutir outras alternativas que se mostrem viáveis para unificar a chamada terceira via.

“O ex-governador paulista classifica a articulação como golpe. A situação tem aprofundado a divisão interna no PSDB, aparente já nas prévias”, afirma o manifestando, que ainda sugere um momento no qual os partidos da terceira via discutem a formação de uma chapa única formada por União Brasil, MDB, Cidadania e PSDB.

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