Chefe do tráfico no Morro do Gambá é preso no Rio de Janeiro

O chefe do tráfico no Morro do Gambá foi capturado enquanto saia de uma churrascaria. Atualmente, Gleison, o São, tem 32 anotações criminais.

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Agentes da Polícia Civil prenderam, no final da noite de terça-feira (06), Gleison Martins Meirelles, conhecido por São ou Polutão, apontado pela corporação como chefe do tráfico de drogas do Morro do Gambá, localizado no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Em nota, a Polícia Civil revelou que as investigações mostraram que Gleison também seria o responsável por ordenar roubos na Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá.

Ainda conforme a corporação, para capturar o criminoso, agentes o surpreenderam enquanto ele saía de uma churrascaria na Taquara, também na Zona Oeste da capital carioca. No momento da abordagem, Gleison não reagiu à prisão.

O chefe do tráfico no Morro do Gambá foi capturado enquanto saia de uma churrascaria. Atualmente, Gleison, o São, tem 32 anotações criminais.
O chefe do tráfico no Morro do Gambá foi capturado enquanto saia de uma churrascaria. Atualmente, Gleison, o São, tem 32 anotações criminais. (Foto: reprodução)

De acordo com a Polícia Civil, o setor de inteligência da entidade constatou que Gleison havia acabado de sair da Cidade de Deus. Por lá, ele havia participado de uma reunião com um dos chefes do tráfico local, Edvanderson Gonçalves Leite, mais conhecido como Deco.

Anotações criminais do chefe do tráfico

Atualmente, Gleison tem 32 anotações criminais. Na hora da prisão, os agentes estavam dando cumprimento a três mandados de prisão por homicídio, roubo majorado, associação e tráfico de drogas, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá.

Outra prisão

Além de Gleison, outro importante criminoso foi preso no Rio de Janeiro. Desta vez, o capturado foi Rafael Torres do Nascimento, acusado de integrar uma milícia em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio.

De acordo com a Polícia Interestadual (Polinter), que efetuou a prisão do suspeito na manhã desta quarta-feira (07), ele também é apontado como o autor de dois homicídios contra desafetos que não aceitavam pagar as taxas de segurança cobradas pelo grupo.

Conforme as investigações, o crime aconteceu em 2018. Na ocasião, ao saírem de uma festa, as vítimas foram obrigadas a deitar no chão. Após isso, foram colocadas no porta-malas de um veículo e, no dia seguinte, foram encontradas mortas com vários disparos.

Para a Polinter, a função de Rafael era realizar a segurança dos homens que cobravam as taxas de segurança da milícia nos bairros Porto das Caixas, Areal e Visconde, todos localizados no Rio de Janeiro.

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