Bolsonaro promoveu churrasco que contou com picanha de R$ 1.799,99 o quilo

Os dois pacotes de picanha usados no churrasco de Bolsonaro valem mais do que um salário mínimo e ainda custam o equivalente a duas cestas básicas

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido uma das pessoas mais comentadas nesta terça-feira (11). Desta vez, o assunto é o churrasco realizado no Palácio da Alvorada, no último domingo (09), Dia das Mães. No evento, o chefe do Executivo não quis saber de isolamento social e levou alguns amigos para comemorar.

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De acordo com o jornalista Marcos Nogueira, do jornal “Folha de S. Paulo”, até mesmo o cirurgião plástico que fez as próteses da primeira-dama Michelle Bolsonaro, esteve presente. No entanto, a polêmica maior ficou por conta do churrasqueiro, que foi de Belém do Pará, há quase dois mil quilômetros, até a casa de Bolsonaro.

Conhecido como Tchê, ou até mesmo por epíteto, o sujeito é considerado o “Churrasqueiro dos Artistas”. No Instagram, o churrasqueiro aparece ao lado de celebridades como Romero Britto, Eri Johnson e Damares Alves e claro, de Jair Bolsonaro, que tem sua residência presidencial bastante frequentado por Tchê.

Picanha de R$ 1,799 o quilo 

No Instagram, a última foto do churrasqueiro tem ele, Bolsonaro e dois pacotes de carne. Na foto, é possível ver que a embalagem, além de ter o nome do frigorífico, leva uma charge e também o slogan de campanha de Bolsonaro.

De acordo com o jornalista da Folha, a mesma carne utilizada no churrasco do presidente, apelidada de  ‘picanha Mito’ estava em falta. No entanto, era possível comprar o mesmo alimento, só que com uma outra embalagem, por modestos R$ 1.799,99.

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Os dois pacotes de picanha usados no churrasco de Bolsonaro valem mais do que um salário mínimo e ainda custam o equivalente a duas cestas básicas. (Foto: reprodução)

Mais que um salário mínimo 

A ‘picanha do Mito’ tem origem de um gado da raça wagyu, de origem japonesa. De acordo com as informações, na festa do presidente, foram usadas ao menos duas peças de 350 gramas, o que dá um valor de cerca de R$ 600, somando R$ 1200 em meros 700 g de carne.

Nas redes sociais, internautas relatam que Bolsonaro não deve ter pago pela picanha. No entanto, o fato não pegou bem, visto que a publicação acontece em um momento em que grande parte da população passa por dificuldades e o chefe do Executivo reclama de conceder um auxílio emergencial de menos de R$ 200 para os brasileiros.

Por fim, importante destacar que os dois pacotes do churrasco do presidente valem mais do que um salário mínimo e ainda custam o equivalente a duas cestas básicas.

Repercussão nas redes sociais 

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