Bolsonaro afirma que não vai criar ministérios neste ano

Bolsonaro deu a declaração ao afirmar que a Secretaria Especial de Esportes “merece ser um ministério no futuro"

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Jair Bolsonaro (PL), presidente da República, afirmou na noite de quinta-feira (16) que não pretende criar ou recriar nenhum ministério neste ano. A afirmação, realizada durante a tradicional live do chefe do Executivo nas redes sociais, aconteceu após ele sugerir o restabelecimento do Ministério do Esporte, extinto em 2019.

Presidente Bolsonaro diz que não “leva jeito” para o cargo

De acordo com Bolsonaro, que estava junto de Marcelo Magalhães, secretário Especial de Esportes, a pasta “merece ser ministério no futuro”. No entanto, ele destacou que isso só acontecerá se ele vencer as eleições deste ano e, consequentemente, continuar no poder. “Esse ano não tem criação de ministério, pode ter certeza, tá, pessoal?”, afirmou o presidente.

“Neste ano não se discute esse assunto […] No futuro a gente vê como é que fica, né? Não estou prometendo o ministério aqui também. Falar em ministério é uma forma de prestigiar uma pessoa que faz um trabalho que o Marcelo faz”, disse o presidente durante sua transmissão nas redes sociais.

No começo do mês, Bolsonaro revelou que tinha a intenção de promover a volta de outros três ministérios: Segurança Pública; Pesca; e Indústria e Comércio. Na ocasião, ele disse que o reestabelecimento dessas pastas seria necessário para “melhor administrar” o país. “Pela extensão do Brasil, se justifica fazer isso daí”, justificou Bolsonaro.

Mesmo tendo dito que não pretende criar novos ministérios, pelo menos até o final do ano, Bolsonaro vem sinalizando que pretende criar novas pastas caso seja reeleito, o que vai de encontro com suas falas enquanto ainda candidato à presidência. Em 2018, durante sua campanha, ele prometeu que seu governo teria apenas 15 ministérios.

Apesar da promessa feita em 2018, o que se tem visto é algo completamente diferente. Isso porque o governo de Bolsonaro começou com 22 e, hoje, contabiliza 23, ou seja, caso seja confirmada a volta dos quatro ministérios relatados ao longo da matéria, a gestão chegaria a 27 pastas.

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