American Airlines encerra segundo trimestre com lucro de US$ 19 milhões

Esse é o primeiro saldo líquido positivo trimestral da companhia aérea desde o início da pandemia da Covid-19

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American Airlines pode comemorar o resultado expressivo alcançado no segundo trimestre de 2021. A saber, a companhia aérea conseguiu registrar um lucro líquido de US$ 19 milhões entre abril e junho deste ano. Aliás, este é o primeiro resultado positivo trimestral desde o início da pandemia da Covid-19.

Em resumo, a ajuda do governo norte-americano ao setor aéreo impulsionou o lucro da American no período. Isso aconteceu devido ao pagamento de salários. No entanto, ao excluir itens especiais, a companhia registrou um prejuízo líquido de US$ 1,09 bilhão ou ou US$ 1,69 por ação. A título de comparação, no mesmo trimestre de 2020, o prejuízo líquido ajustado por ação foi 4,5 vezes maior, de US$ 7,82.

Além disso, a American Airlines teve uma receita líquida de US$ 7,5 bilhões no período. Esse valor ficou 87% maior que o observado no primeiro trimestre deste ano e superou em 4,6 vezes a receita do mesmo período de 2020. A saber, o lucro da empresa interrompe cinco trimestres consecutivos de perdas.

Confira mais detalhes do desempenho da American no trimestre

De acordo com a companhia, a taxa de ocupação das aeronaves saltou de 42,3% para 77% em um ano. Vale lembrar que a decretação da pandemia da Covid-19 aconteceu em março do ano passado. E os primeiros meses da crise sanitária derrubaram diversos indicadores e atividades domésticas em todo o mundo.

Outro fator que impulsionou o resultado trimestral da American Airlines foi o processo de desalavancagem, que promoveu a antecipação do pagamento de um empréstimo. Isso ocorreu a prazo de peças de reposição no valor de US$ 950 milhões. Ao mesmo tempo, a empresa prometeu pagar até o final de 2025 dívidas que totalizam cerca de US$ 15 bilhões.

Por fim, a American afirmou que continuará equipando suas aeronaves para o segundo semestre. Em suma, o avanço da vacinação contra a Covid-19 no país já vem impulsionando o número de passageiros em aeroportos. Por isso, a empresa aérea estima que a sua capacidade de voo no terceiro trimestre fique apenas entre 15% e 20% menor que o nível observado no terceiro trimestre de 2019, quando não havia pandemia.

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