Veja ranking de empresas com mais reclamações na Black Friday de 2020

Site divulga ranking para alertar consumidores na hora de realizar uma compra; propaganda enganosa lidera queixas

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O site Reclame Aqui divulgou uma lista que pode interessar diversas pessoas. Às vésperas da Black Friday, os consumidores já têm planos para aproveitar as promoções da data. No entanto, o evento acaba frustrando as expectativas de muita gente. E a lista do site traz justamente as empresas que receberam o maior número de reclamações na data em 2020.

De acordo com o levantamento, a Americanas Marketplace liderou o ranking com 471 reclamações na Black Friday de 2020. Em seguida, ficaram a KaBuM!, com 306 queixas, a Magazine Luiza (loja online), com 292 reclamações, a Americanas (loja online), com 280 queixas, e a Casas Bahia (loja online), que teve 256 reclamações.

Completando o top dez, estão: Ame Digital (207 reclamações), Riachuelo (loja online) (170), iFood (164), Lojas Renner (164) e Submarino Marketplace (148 queixas). A saber, o ranking reúne o total de reclamações realizadas entre meio-dia de 25 de novembro de 2020 e meia-noite e 28 de novembro de 2020.

“Qualquer empresa pode passar por contratempos, ainda mais em uma época com alto volume de pedidos, como a Black Friday. Mas, no fim das contas, o que mais importa para o consumidor é ter o seu pedido atendido e resolvido de maneira eficiente”, ressaltou o Reclame Aqui. Por isso, é importante checar a reputação das empresas antes de mergulhar nas promoções da Black Friday.

Propaganda enganosa lidera reclamações na Black Friday de 2020

Além das empresas, o site Reclame Aqui também revelou os motivos das queixas dos consumidores em 2020. Em resumo, a propaganda enganosa concentrou o maior número de reclamações na Black Friday no ano passado, concentrando 27% do total.

Na sequência, ficaram: problemas na finalização da compra (10%), divergência de valores (9%), produto não recebido (8%) e produto indisponível (5%).

O levantamento ainda revelou que a preferência dos consumidores neste ano é de eletrodomésticos, eletrônicos e calçados. No ano passado, os itens de decoração para a casa e escritório dispararam devido às restrições provocadas pela pandemia da Covid-19.

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