Preços dos combustíveis caem pela quinta semana consecutiva

Levantamento da ANP revela que preço médio do litro da gasolina chegou a R$ 6,626, enquanto o diesel atingiu R$ 5,413 e o etanol caiu para R$ 5,079

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Os preços dos combustíveis encerraram a semana de 19 a 25 de dezembro em queda. Aliás, esta é a quinta semana seguida de recuo dos três principais combustíveis do país após diversos avanços consecutivos nos últimos meses. Os dados fazem parte do levantamento semanal da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a entidade, o diesel ficou 0,11% mais barato nos postos do país. Com isso, o valor médio do litro do combustível mais usado no país caiu para R$ 5,413. Esse valor é 0,62% menor que o registrado quatro semanas atrás, mas supera em 46,46% o preço de 12 meses atrás. Nesta semana, o diesel caiu em todas as regiões do país, exceto no Sudeste (+0,07%), e em 15 Unidades Federativas (UFs).

Já a gasolina teve queda de 0,79% nas bombas do país, sexto recuo consecutivo. Com isso, o preço médio do litro passou a custar R$ 6,626, valor 1,81% menor que quatro semanas atrás. Por outro lado, a gasolina acumula expressivo avanço de 47,41% em 12 meses. A propósito, o combustível caiu em todas as regiões do país e em 25 UFs, com exceção do Amapá (+0,60%) e da Paraíba (+0,08%).

Por sua vez, o etanol hidratado teve queda de 0,96% na semana. O preço médio do concorrente direto da gasolina nas bombas do país chegou a R$ 5,079 por litro. Com isso, o etanol acumula queda firme de 5,86% em quatro semanas, mas acumula um salto de 59,57% em 12 meses. A propósito, o etanol ficou mais barato em todas as regiões do país e em 19 UFs na semana.

Postos de combustíveis definem seus reajustes

Vale destacar que a recomendação de especialistas é que os consumidores analisem de perto as variações em cada posto de combustível. Assim, podem conseguir abastecer seus automóveis com preços mais baratos. Em suma, os valores finais disponibilizados aos motoristas variam em cada posto de combustível, pois os ajustes dependem de cada estabelecimento.

Diversos fatores, como impostos, taxas, margem de lucro e custo com a mão de obra, influenciam diretamente na definição do preço dos combustíveis. Ao mesmo tempo, há livre concorrência no mercado brasileiro e cada posto pode definir os seus reajustes. Por isso, cabe à população pesquisar os mais econômicos.

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