Mercado aéreo do Brasil tem o maior crescimento do mundo em março

Levantamento da Iata mostra que a demanda doméstica disparou 100% em relação a março de 2021; globalmente, demanda cresce 76% em um ano

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mercado doméstico brasileiro encerrou março deste ano com uma marca bastante positiva. De acordo com um levantamento da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), o crescimento da demanda por voos no país foi o mais forte do mundo entre os mercados pesquisados.

A saber, a demanda doméstica (medida em receita por passageiro por quilômetro transportado, ou RPK) no Brasil disparou 100% na comparação com março de 2021. Em resumo, o resultado reflete a recuperação do setor aéreo no país.

Contudo, vale destacar que o Brasil enfrentou o pior momento da pandemia da Covid-19 entre março e abril do ano passado. À época, o país registrou diversos recordes de mortes provocadas pelo novo coronavírus.

Além disso, as medidas restritivas de circulação afetavam fortemente o mercado aéreo doméstico em março e abril de 2021. Em outras palavras, o crescimento anual da demanda por voos no país ocorreu, principalmente, devido à base comparativa fraca do ano passado.

Os Estados Unidos registraram a segunda maior alta do mercado aéreo. Na comparação com março de 2021, a demanda por voos na maior economia mundial cresceu 70%.

Demanda global cresce 76% em relação a março de 2021

A Iata também revelou que o desempenho global se mostrou bastante robusto em março deste ano. Em suma, a demanda média por voos no planeta disparou 76% na comparação anual. Contudo, mesmo com o forte avanço, o volume do mercado aéreo ficou 41% menor que o de março de 2019.

Por sua vez, o tráfego doméstico de março cresceu 11,7% na base anual, mas ficou 23,2% abaixo do nível registrado em março de 2019. A propósito, a comparação também é feita com 2019, porque, à época, o mundo não sofria com a pandemia.

Por fim, a demanda internacional teve uma disparada de 285,3% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já em relação a março de 2019, a demanda encolheu 51,9%.

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