Lula diz que Bolsonaro tem ‘medo de perder as eleições e ser preso’

Lula disse que quer aumentar a qualidade de vida das pessoas e que Bolsonaro representa a "ignorância", a "violência" e o "fascismo"

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O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), voltou a atacar o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), dizendo que o presidente está com os “dias contados” à frente do Palácio do Planalto e ataca as urnas eletrônicas somente porque tem medo de ser preso.

A declaração de Lula aconteceu na segunda-feira (09), enquanto ele discursava no Expominas, em Belo Horizonte, Minas Gerais, e contou com a presença de políticos, músicos e artistas.

“Bolsonaro, seus dias estão contados. Não adianta desconfiar de urna. O que você tem é medo de perder as eleições e ser preso”, disse Lula que, assim como publicou o Brasil123, oficializou sua candidatura no último sábado (07) em um evento realizado em São Paulo.

Outras falas de Lula

Ainda no Expominas, Lula disse que o atual presidente representa a “ignorância”, a “violência” e o “fascismo” e que ele quer aumentar a qualidade de vida das pessoas. “Nós que queremos aumentar a qualidade de vida do povo, nós que queremos almoçar e jantar, e tomar café todo dia, nós que queremos viver para fazer com que o humanismo prevaleça sob o ódio, haveremos de ganhar as eleições no dia 02 de outubro de 2022″, disse.

Para Lula, caso ele for eleito, seu desafio será reconstruir o Brasil, assim como, de acordo com ele, foi feito sob o comando do PT. “É possível aumentar o salário mínimo, nós provamos que é possível cuidar da pequena e média agricultura, nós provamos que é possível colocar as pessoas da periferia na universidade brasileira”, disse do ex-chefe do Executivo.

Por fim, ele ainda disse que espera aumentar o poder de compra dos mais pobres, assim como, segundo ele, também foi feito durante o governo do PT, que assumiu o Planalto em 2003, quando Lula foi eleito pela primeira vez.

“Quero voltar a ouvir que o trânsito está carregado porque esse Lula fez com que o pobre pudesse comprar um carro, pudesse andar dirigindo. Voltar a ouvir que as mulheres pobres agora estão inflacionando o mercado de perfume, porque a empregada doméstica pode utilizar na segunda-feira o perfume que a patroa usou na sexta para ir num jantar”, disse.

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