Eduardo Leite, que era cotado às eleições presidenciais, deve disputar o governo do Rio Grande do Sul

A volta de Eduardo Leite ao governo do Rio Grande do Sul já é vista como natural após ele afirmar que João Doria é o pré-candidato do PSDB à presidência

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Eduardo Leite (PSDB), ex-governador do Rio Grande do Sul, desistiu de ser candidato à presidência da República. Com isso, informou o jornalista da “TV Globo”, Gerson Camarote, o político deve entrar na disputa pelo governo gaúcho a fim de retornar ao comando estadual.

De acordo com o jornalista, a volta de Eduardo Leite ao governo do Rio Grande do Sul já é vista como natural após o ex-governador ter publicado uma carta onde afirma que o também ex-governador João Doria é o pré-candidato do PSDB.

Assim como vem publicando o Brasil123, mesmo tendo perdido as prévias do PSDB para João Doria, Eduardo Leite renunciou ao governo do Rio Grande do Sul e passou a percorrer o país tentando costurar, com o apoio da alta cúpula de seu partido, uma campanha paralela.

A volta de Eduardo Leite ao governo do Rio Grande do Sul já é vista como natural após ele afirmar que João Doria é o pré-candidato do PSDB à presidência
A volta de Eduardo Leite ao governo do Rio Grande do Sul já é vista como natural após ele afirmar que João Doria é o pré-candidato do PSDB à presidência. (Foto: reprodução)

Nesta quarta-feira (27), no entanto, informou Gerson Camarote, o político volta para Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, onde deve entrar de vez em seu novo projeto: a reeleição estadual.

“Eduardo deve mergulhar numa agenda intensa pelo interior do Rio Grande do Sul. E vai iniciar as articulações para tentar voltar ao governo gaúcho”, informou o jornalista, que ainda explica que, caso de fato volte a disputa, Eduardo Leite deve ser o grande favorito ao pleito.

Isso porque, até o momento, não existe nenhuma “candidatura natural do campo político de Eduardo Leite no Rio Grande do Sul”. Ainda conforme Gerson Camarote, existe o receio de que haja uma nacionalização da campanha estadual entre PT e PL, que já anunciou a candidatura do ex-ministro Onyx Lorenzoni.

Neste cenário, revelou o jornalista, a avaliação é que Eduardo Leite seja o único nome capaz de unir o grupo. “Aliados acreditam que o fato de ele ter deixado o governo facilita o discurso de que ele não usará a máquina pública para se beneficiar na campanha”, informou Gerson Camarote, fazendo alusão ao discurso de Eduardo Leite que, na eleição de 2018, anunciou que não disputaria a reeleição a fim de não usar a máquina pública em seu favor.

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