Covid-19: vereadores e funcionários da Câmara de SP voltam a ser obrigados a usar máscaras

Milton Leite, presidente da Casa, afirmou que o uso de máscaras será obrigatório para "todos que frequentam a Câmara"

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O uso de máscaras visando evitar a propagação da Covid-19 voltou a ser obrigatório na Câmara Municipal de São Paulo nesta quinta-feira (02). A informação foi revelada por Milton Leite (União Brasil), presidente da Casa.

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De acordo com o vereador, o uso de máscaras será obrigatório para “todos que frequentam a Câmara”.  “Diante do cenário atual, é uma forma de protegermos a todos que frequentam a Câmara”, afirmou o parlamentar. A decisão da Câmara acontece depois de registrado um aumento no número total de internados com Covid-19 – entre abril em maio, foram 141 novos casos com internação.

De acordo com dados da Prefeitura de São Paulo, o número representa uma alta, mas não um surto, principalmente quando se é levado em conta os números registrados em janeiro, quando houve uma alta de casos por conta da variante Ômicron – à época, foram 873 internados.

Milton Leite, presidente da Casa, afirmou que o uso de máscaras será obrigatório para "todos que frequentam a Câmara".
Milton Leite, presidente da Casa, afirmou que o uso de máscaras será obrigatório para “todos que frequentam a Câmara”. (Foto: reprodução)

Máscaras em locais fechados

A medida da Câmara vai ao encontro do que publicou a prefeitura de São Paulo, que voltou a recomendar que as pessoas usem máscaras em ambientes fechados. A decisão, que não torna o uso obrigatório, aconteceu durante uma reunião entre técnicos da Secretaria Municipal da Saúde que avaliou os índices da pandemia na capital. Isso, na terça-feira (31).

Conforme a administração paulista, “a decisão leva em conta o aumento na positividade dos testes rápidos antígenos [TRAs] para Covid-19”. Segundo a prefeitura, na semana epidemiológica 17, entre 24 e 30 de abril, a taxa de positividade foi de 4%. Enquanto isso, na semana epidemiólogica seguinte, o percentual de pessoas que testaram positivo para a Covid-19 foi 18% maior.

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