Câmara voltará a ter sessões presenciais em outubro, anuncia Arthur Lira

De acordo com o presidente da Câmara, a data também marcará o retorno dos servidores, que também estavam trabalhando de longe por conta da Covid-19

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Já tem data para as sessões da Câmara dos Deputados voltarem a ser realizadas de maneira presencial: 18 de outubro. A informação foi revelada na noite desta segunda-feira (20) pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que disse que os trabalhos vão funcionar normalmente, com o formato presencial de votações, que exige a biometria dos parlamentares no plenário.

Ainda de acordo com Arthur Lira, a data também marcará o retorno dos servidores, que estão, assim como os deputados, trabalhando em regime home office para evitar aglomerações em razão da pandemia da Covid-19.

Durante esse tempo, a Câmara passou a fazer votações virtuais. Nesta modalidade, os parlamentares usavam um aplicativo no celular para votar. “A Câmara volta a funcionar normalmente, com biometria no plenário”, disse Arthur Lira, que relatou que tem analisado com os especialistas se haverá a necessidade de haver algumas votações pelo sistema remoto.

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De acordo com o presidente da Câmara, a data também marcará o retorno dos servidores, que também estavam trabalhando de longe por conta da Covid-19. (Foto: reprodução)

“Apesar da possibilidade de ser fazer algumas votações online, sabe-se que todas as questões de mérito, votação de destaques, votação de emendas [serão] sempre presenciais”, disse Arthur Lira. Segundo ele, a decisão que sacramentou a data para o retorno presencial foi tomada em reunião da Mesa Diretora da Casa.

“Todos receberam bem porque todos querem a volta das comissões, a volta das comissões mistas para [analisar] medidas provisórias. Há uma versão de que a presença de plenário não era daquele parlamentar, tudo isso vai se resolvendo com segurança.”

Retorno à Câmara é fundamental

Segundo Bohn Gass, líder do PT na Câmara, o retorno presencial é “fundamental” também para o partido. Todavia, ele ressalta que é preciso que haja um modelo alternativo para parlamentares e servidores que sejam do grupo de risco para a Covid-19.

“Nós queremos o retorno de todas as pessoas que estão em condições, mas se tiver alguém que tenha uma comorbidade, vamos instalar um sistema que permita que ela também vote digitalmente, mas podendo acompanhar”, afirmou o deputado.

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