Volume de serviços atinge maior nível desde novembro de 2015

Setor acumula crescimento de 11,5% em 2021 e aumenta distância em relação a fevereiro de 2020, último mês antes da pandemia

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volume de serviços no país cresceu 0,5% em agosto deste ano na comparação com julho. Esse avanço fez o setor se afastar ainda mais do nível registrado em fevereiro de 2020, último mês antes do início da pandemia da Covid-19. Agora, o indicador supera em 4,6% o patamar de fevereiro do ano passado. Aliás, este é o maior nível desde novembro de 2015, ou seja, em quase seis anos.

Com o acréscimo do resultado de agosto, os serviços passaram a acumular crescimento de 11,5% no acumulado deste ano e de 5,1% nos últimos 12 meses. Já em relação a agosto de 2020, o volume disparou 16,7%, seta taxa positiva consecutiva nessa base comparativa após 14 meses de queda.

Além disso, a média móvel trimestral registrou crescimento de 1,1% em relação ao trimestre móvel encerrado em julho. A taxa vem registrando avanços desde junho de 2020. A propósito, os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira (14).

Quatro das cinco atividades de serviços sobem no mês

De acordo com o IBGE, quatro das cinco atividades pesquisadas do setor de serviços registraram crescimento em suas taxas em agosto. O destaque ficou novamente com os serviços prestados às famílias, que avançaram 4,1% em relação a julho. Dessa forma, o segmento acumula ganhos de 50,5% entre abril e agosto deste ano.

Ainda segundo o IBGE, os outros avanços vieram de outros serviços (1,5%), serviços de informação e comunicação (1,2%) e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,1%). Vale destacar que o segmento de outros serviços acumula ganhos de 10% no ano. Já os serviços de informação e comunicação acumulam alta de 9,4% entre janeiro e agosto, enquanto os transportes saltaram 16,2% no período.

Dessa forma, o único recuo no mês veio dos serviços profissionais, administrativos e complementares. Em suma, o segmento caiu 0,4% em agosto e devolveu parte dos ganhos de 4,1% acumulados entre maio e julho deste ano. Entre janeiro e agosto, o segmento tem alta de 7,5%.

Por fim, o IBGE informou que todas as cinco atividades tiveram resultados positivos na média móvel trimestral. O grande destaque foram os serviços prestados às famílias, que cresceram 4,9%.

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