Vendas no varejo devem chegar a R$ 13,76 bilhões com o inverno

Historicamente, período aumenta as vendas em 9,2%; varejo de vestuário, calçados e acessórios deve se destacar no ano

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O inverno deve movimentar R$ 13,76 bilhões em vendas no varejo de vestuário, calçados e acessórios neste ano. A saber, a época historicamente eleva o volume de vendas em 9,2%, e a expectativa é que isso também aconteça em 2022.

De acordo com estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a queda de temperatura em boa parte do país já vem ajudando o varejo brasileiro. Muita gente começou a mexer no guarda-roupa, procurando peças para se manterem aquecidos. E essa busca ajuda a impulsionar as vendas no comércio varejista.

Em resumo, as projeções da CNC se referem às vendas que acontecem entre maio e agosto deste ano. Aliás, as baixas temperaturas impulsionam o varejo brasileiro de vestuário no período, principalmente devido ao lançamento de coleções de inverno. Isso mostra que a estação chega ao país trazendo oportunidades.

“O varejo de vestuário segue buscando superar as dificuldades consequentes da pandemia de covid-19 e do cenário econômico do país. Por isso, a estação gera expectativas positivas para que os comerciantes consigam alavancar as vendas”, explicou o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

Regiões Sul e Sudeste lideram vendas no inverno

Segundo o levantamento, as regiões Sul e Sudeste do país terão o maior volume de vendas no período. Veja abaixo os estados que deverão ter os números mais expressivos no inverno:

  • São Paulo: R$ 4,27 bilhões;
  • Minas Gerais: R$ 1,50 bilhão;
  • Rio Grande do Sul: R$ 1,44 bilhão;
  • Rio de Janeiro: R$ 1,18 bilhão;
  • Santa Catarina: R$ 1,04 bilhão;
  • Paraná: R$ 0,98 bilhão.

Em suma, os estados que sofrem com as temperaturas mais baixas devem apresentar vendas mais robustas. No entanto, essa não é a única razão para que o volume cresça, segundo Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo levantamento.

“Não é só a queda de temperatura que faz o consumidor demandar mais as peças de frio, mas as novidades trazidas pelo setor nesse período, estimulando o consumo, especialmente nos Estados mais ricos, que concentram quase 70% das vendas no Brasil”, disse Bentes.

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