Vendas do comércio varejista caem em 24 das 27 UFs em agosto

Varejo tomba 3,1% no mês, enquanto o segmento ampliado cai 2,5%; vendas crescem apenas no Ceará, no Maranhão e em Roraima

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As vendas do varejo nacional caíram em 24 das 27 unidades da federação (UFs) em agosto deste ano na comparação com julho. A saber, os únicos avanços no mês vieram do Ceará (2,0%), do Maranhão (1,0%) e de Roraima (0,3%).

Em contrapartida, entre os muito recuos no período, os mais expressivos foram de Rondônia (-19,7%), Paraná (-11,0%) e Mato Grosso (-10,9%). A saber, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo levantamento, divulgou as informações nesta quarta-feira (6).

O recuo na maioria das UFs derrubou as vendas do varejo, que encerraram agosto com um forte recuo de 3,1% em relação a julho. Com o acréscimo do resultado, a média móvel trimestral caiu 0,5%. Aliás o varejo também registrou uma queda de 4,1% em relação ao mesmo mês de 2020.

Vale destacar que esses dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE. O levantamento também traz informações sobre o desempenho do comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção.

Nesse caso, as vendas do segmento caíram em 20 UFs no mês. Os destaques negativos foram Amapá (-9,2%), Paraná (-9,0%) e Rondônia (-7,4%). Por outro lado, os resultados negativos mais intensos vieram do Pará (1,3%), do Ceará (1,1%) e de Sergipe (1,1%). Já Alagoas registrou estabilidade.

Vendas caem na comparação com 2020

De acordo com o IBGE, o comércio varejista nacional teve queda firme na comparação com o mesmo período de 2020. Isso aconteceu devido ao recuo das vendas em 24 das 27 UFs nessa base comparativa. Em suma, os únicos avanços, nessa comparação, foram Mato Grosso do Sul (5,9%), Espírito Santo (5,3%) e Piauí (3,7%). Por outro lado, as maiores quedas vieram do Amapá (-14,2%), do Acre (-13,5%) e da Paraíba (-13,2%).

Por fim, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu em 14 das 27 UFs em relação a agosto de 2020. Os destaques positivos ficaram com Mato Grosso do Sul (15,9%), Espírito Santo (10,4%) e Pernambuco (9,3%), enquanto que os negativos vieram do Amapá (-14,3%), Amazonas (-10,7%) e Maranhão (-9,1%).

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