Inflação em Goiânia é a maior entre os locais pesquisados em novembro

Variação na capital salta para 1,86% no mês e acumula alta de 11,09% em 12 meses; Belém continua com a menor inflação no mês, em 0,76%

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) variou de 1,17% em novembro deste ano. Esse patamar ficou 0,03 ponto percentual (p.p.) menor que a taxa registrada no mês anterior (1,20%). Aliás, o IPCA-15 é a prévia da inflação oficial do Brasil.

A saber, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo levantamento, divulgou as informações nesta quinta-feira (25). A pesquisa também apontou que o IPCA-15 passou a acumular alta de 9,57% em 2021 e de 10,73% nos últimos 12 meses.

Em resumo, a pesquisa da prévia da inflação é realizada nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A propósito, o indicador analisa dados de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Veja o avanço da inflação nos locais pesquisados

De acordo com o IBGE, a inflação acelerou em 7 dos 11 locais pesquisados e permanece positiva em todos eles. A saber, Goiânia liderou o ranking em novembro, devido à forte variação registrada, de 1,00% para 1,86%. A capital possui o sétimo maior peso entre os locais analisados, de 4,96%.

Outros sete locais também superaram o avanço nacional em novembro: Salvador (1,10% para 1,47%), Fortaleza (1,03% para 1,35%), Belo Horizonte (1,17% para 1,34%), Brasília (0,87% para 1,34%), Recife (1,04% para 1,23%) e Curitiba (1,00% para 1,22%).

As outras variações ficaram abaixo da inflação nacional no mês: Rio de Janeiro (1,22% para 1,20%), Porto Alegre (1,20% para 1,15%), São Paulo (1,34% para 0,95%) e Belém (0,51 para 0,76%).

No acumulado do ano, as maiores taxas ficaram com Curitiba (13,69%), Porto Alegre (12,33%), Fortaleza (11,90%), Recife (11,30%) e Goiânia (11,09%), únicas variações superiores à taxa nacional.

Além disso, o IBGE informa os pesos que cada local possui na composição da taxa nacional. Em suma, São Paulo tem o maior peso do país, respondendo por 33,45% da variação nacional. Em seguida, ficam Belo Horizonte (10,04%), Rio de Janeiro (9,77%), Porto Alegre (8,61%), Curitiba (8,09%) e Salvador (7,19%). Goiânia (4,96%), Brasília (4,84%), Recife (4,71%), Belém (4,46%) e Fortaleza (3,88%) possuem as menores taxas.

Por fim, o IBGE comparou os preços coletados entre 14 de outubro e 12 de novembro com os valores vigentes de 15 de setembro a 13 de outubro deste ano.

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