Homem é baleado e morto enquanto passeava com cachorro no Rio

Nas imagens, é possível ver que um dos criminosos aponta a arma para Diego, pedindo seu celular. Mesmo fazendo menção que entregaria o aparelho, a vítima foi morta

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Câmeras de segurança flagraram um triste acontecimento nesta terça-feira (03) na Freguesia, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Isso porque, por lá, um homem foi baleado e morto enquanto passeava pela calçada com o cachorro e o sistema de monitoramento gravou toda a ação.

De acordo com as informações, a vítima do crime é Diego André Dasa Lemos, que tinha 34 anos. O crime aconteceu por volta de 9h quando dois homens em uma moto se aproximaram da vítima.

Nas imagens, é possível ver que um dos criminosos aponta a arma para Diego, pedindo seu celular. Após a ordem dos bandidos, enquanto faz menção de entregar o aparelho, um dos suspeitos atira e, neste momento, ainda encontra tempo para arrancar um cordão do pescoço da vítima.

Um dos criminosos aponta a arma para Diego, pedindo seu celular. Mesmo fazendo menção que entregaria o aparelho, a vítima foi morta.
Um dos criminosos aponta a arma para Diego, pedindo seu celular. Mesmo fazendo menção que entregaria o aparelho, a vítima foi morta. (Foto: reprodução)

Antes de deixar o local, já na moto, o criminoso armado atirou em Diego mais uma vez. De acordo com vizinho do homem, em entrevista ao jornal “Bom dia Rio”, da “Rede Globo”, os bandidos também atiraram em direção das janelas dos apartamentos – ninguém ficou ferido durante esta ação.

“Na hora que o cara estava tirando na vítima, tentando tirar o cordão, ele atirou mais uma vez, e a gente nervoso aqui dentro, nós gritamos. Aí ele viu a minha esposa na janela, e atirou na direção da janela”, contou uma vizinha, que preferiu não se identificar.

Depois de ser alvejado, Diego ainda foi resgatado e encaminhado para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Todavia, por conta da gravidade dos ferimentos, acabou não resistindo e morreu. De acordo com a Polícia Civil, o caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, que trabalha inicialmente com a hipótese de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

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