Cigarro eletrônico faz mal? Confira riscos do produto

Veja como o cigarro eletrônico pode ser prejudicial à saúde

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Os cigarros eletrônicos conhecidos como vape ou juul apresentam um formato semelhante aos cigarros comuns, mas podem ter até mesmo o formato de canetas e pen drives, por exemplo.

Apesar de introduzir no mercado com uma alternativa para que os fumantes convencionais pudessem diminuir o consumo de nicotina, os jovens foram os principais atingidos pela moda que pode trazer riscos para saúde. Confira mais aqui no Brasil 123.

Então, cigarro eletrônico faz mal? Confira riscos do produto

risco do cigarro eletrônico - reprodução pixabay
Risco do cigarro eletrônico – reprodução pixabay

 

Compostos, geralmente, de uma lâmpada de LED, uma bateria e um microprocessador com atomizador e cartucho de nicotina líquida, os dispositivos funcionam a partir do aquecimento desse material que produz um vapor inalado pelos usuários do aparelho.

Nesse sentido, é comum que outras substâncias além da nicotina sejam adicionadas ao interior do cigarro eletrônico como acroleína, glicerina e aromatizantes variados.

Ainda vale lembrar que essas substâncias estão presentes no cigarro eletrônico que não usam nicotina. Por isso, podem trazer alguns riscos para saúde, como veremos abaixo.

Riscos do cigarro eletrônico

Apesar de não haver estudos que comprovem os malefícios do cigarro eletrônico, algumas pesquisas apontam que eles podem causar problemas, ainda que menos agressivos do que os cigarros tradicionais.

O vapor emitido pelos aparelhos faz com que as chances de infecções pulmonares aumentem e podem até mesmo causar dermatite e doenças cardiovasculares.

Por fim, ainda existe um motivo mais indireto que é o do estímulo ao consumo dos cigarros tradicionais. As pessoas mais jovens ficam curiosas com o sabor do eletrônico e partem para os convencionais que fazem mal à saúde de forma comprovada cientificamente.

Outro risco do consumo de cigarro eletrônico diz respeito às substâncias líquidas presentes no interior dos aparelhos. Estas são compostos químicos que podem causar problemas em nossas células que mantém o nosso organismo funcionando em sincronia.

Com artérias e veias mais suscetíveis à formação de placas, o risco de problemas como Acidente Vascular Cerebral aumenta muito. Portanto, é bom evitar o consumo desses aparelhos.

Por fim, ainda existem indícios de danos causados pelo vapor de metais pesados que é exalado por esses dispositivos. Por isso, pode causar até câncer nas pessoas que ingerem essa fumaça altamente viciosa.

Proibido pela Anvisa

Outro fator que faz com que o cigarro eletrônico não seja indicado é a sua proibição pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que, em 2009, tornou proibida a comercialização e importação desses aparelhos devido à ausência de dados científicos que comprovam sua segurança.

Portanto, tal proibição ainda leva em conta a possibilidade dos cigarros eletrônicos causarem doenças respiratórias. Além disso, existe a possibilidade da explosão da bateria.

Apesar da proibição, você ainda pode encontrar cigarros eletrônicos vendidos no Brasil. Sendo assim, considerando todos os riscos, ficará a seu critério escolher se usará ou não o cigarro eletrônico.

Mas, uma coisa é certa: quando perguntarem se cigarro eletrônico faz mal, agora você já sabe tudo que precisa para ter essa resposta na ponta da língua.

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