Briga por “xixi” na porta de casa termina em morte em Maceió

Homem confessou que esfaqueou o outro rapaz porque ele urinou na sua calçada. Ele foi indiciado por homicídio qualificado, mas responde em liberdade

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A Polícia Civil revelou, nesta quinta-feira (05), ter concluído o inquérito de um caso que acabou em morte em Maceió (AL). Na ocasião, um homem matou, a facada, um outro rapaz durante uma briga depois que a vítima fez “xixi” na calçada da casa vizinha.

Em nota, a Polícia afirmou que o suspeito foi indiciado por homicídio qualificado. Imagens de uma câmera de segurança chegaram a gravar a briga entre mulheres na rua. Instantes depois, vários homens chegaram e a confusão só aumentou.

No vídeo, não é possível ver o momento exato em que a vítima foi esfaqueada. Todavia, as imagens captaram a vítima, Thiago Alves Fernandes de Lima, de 40 anos, caída no chão, e também um dos homens com um facão na mão.

Conforme a corporação, o assassinato aconteceu no último dia 11 de julho. Na ocasião, segundo as investigações, a vítima estava consumindo bebidas alcoólicas junto com a namorada na casa de um amigo. Momentos antes se ir embora, Thiago desligou o som do carro, que estava do lado de fora da casa, e fez “xixi” na calçada ao lado.

Homem confessou que esfaqueou o outro rapaz porque ele urinou na sua calçada. Ele foi indiciado por homicídio qualificado, mas responde em liberdade
Homem confessou que esfaqueou o outro rapaz porque ele urinou na sua calçada. Ele foi indiciado por homicídio qualificado, mas responde em liberdade. (Foto: reprodução)

Enquanto estava urinando, a vítima acabou sendo flagrada pelo dono da casa, que junto de sua companheira, teria ido tirar satisfação com o rapaz. Logo na sequência os homens passam a brigar e o morador entra em casa e volta com o facão.

De acordo com o que consta da denúncia, a vítima foi acertada uma única vez, o que foi o suficiente para levá-la ao óbito. Após o crime, o suspeito fugiu e, dias depois, foi a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e se apresentou.

Ao chegar no local, ele deu sua versão do crime, confessou o delito e teve a prisão preventiva solicitada, mas a Justiça negou e o suspeito foi solto para responder em liberdade.

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