Bolsonaro diz que vai recriar o Ministério da Indústria e do Comércio 

O discurso de Bolsonaro aconteceu em um evento que marcou a posse da diretoria da Federação das Indústrias de Minas Gerais

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Jair Bolsonaro (PL), presidente da República, prometeu em um evento realizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite de quinta-feira (26), a recriação do Ministério da Indústria e do Comércio, contrariando mais uma vez seu discurso durante a campanha eleitoral de 2018, quando ele afirmou que diminuiria a quantidade de pastas.

“Confesso que a recriação já estava um pouco madura, mas agora selou o seu final”, começou Bolsonaro. “Uma vez havendo uma outra oportunidade, ainda neste ano, já está na conta do Lira, a recriação do Ministério da Indústria e do Comércio”, completou o chefe do Executivo em alusão ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP)

A recriação da pasta faz voltar à tona a promessa de Bolsonaro que, durante sua campanha para a presidência, prometeu que seu governo teria apenas 15 ministérios. Em 2018, seu governo começou com 22 e, hoje, contabiliza 23. Ou seja, caso seja confirmada a volta do Ministério da Indústria e do Comércio, a gestão chegaria a 24 pastas. 

O discurso de Bolsonaro aconteceu em um evento que marcou a posse da diretoria da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Além do presidente, também estava presente no local Arthur Lira, que como relatado anteriormente, foi citado pelo chefe do Executivo. Antes de participar do evento, Bolsonaro esteve no Vale do Aço, onde participou da entrega de 500 apartamentos do programa Casa Verde e Amarela. 

Bolsonaro vai apoiar Romeu Zema 

Durante o evento, Bolsonaro também sinalizou que vai apoiar Romeu Zema (Novo). O governador de Minas Gerais, que também acompanhou a cerimônia, é pré-candidato à reeleição. “Já que o governador acabou de ocupar a tribuna, time que está ganhando não se mexe”, disse Bolsonaro sobre Zema. 

O governador de Minas Gerais se tornou um importante aliado de Bolsonaro nos últimos quatro anos. Ele, inclusive, foi um dos únicos gestores estaduais que não criticou o chefe do Executivo por conta de suas ações durante a pandemia da Covid-19. 

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