Bitcoin atinge novo recorde e cotação supera US$ 66 mil

Maior e mais famosa criptomoeda do mundo acumula valorização de mais de 100% em um ano; bitcoin dispara nas últimas semanas

0

No começo de outubro, os investidores repercutiam os avanços do bitcoin, que havia voltado a superar a marca dos US$ 50 mil. A notícia foi comemorada, pois a criptomoeda chegou a afundar para menos de US$ 30 mil no final de junho. No entanto, o mercado de moedas digitais comemorou muito mais nesta semana.

A saber, a cotação do bitcoin bateu recorde nesta quarta-feira (20), atingindo US$ 66.283,96 às 11h (horário de Brasília). O patamar mais elevado que a criptomoeda havia alcançado foi de US$ 64.888,99, em abril deste ano, segundo a Coindesk. Vale ressaltar que a cotação ocorre sem interrupções, e que o bitcoin estava cotado, na madrugada desta quinta-feira (21), a US$ 64.985,40.

Com o resultado recorde alcançado na quarta, a moeda chegou a uma valorização de 122% em um ano. Aliás, o bitcoin vem registrando fortes avanços nos últimos tempos, ganhando cada vez mais espaço entre os investidores.

A propósito, desde a última terça-feira (19) que os operadores podem fazer aplicações em bitcoins na Bolsa de Nova York. Em resumo, isso ocorrerá através de um fundo ETF que será indexado à evolução da criptomoeda pela primeira vez no mercado norte-americano.

“Este é um momento-chave para as criptomoedas”, disse Walid Koudmani, analista da XTB. “No longo prazo, esta é uma notícia importante, pois indica que as autoridades estão aceitando a ideia de pessoas possuindo criptoativos”, afirmou Charlie Erith, chefe da gestora de criptomoedas ByteTree Asset Management, em conversa com a AFP.

Veja mais detalhes sobre o bitcoin

A saber, o bitcoin segue dividindo opiniões ao redor do planeta. Os órgãos reguladores não possuem uma opinião única sobre a criptomoeda, criada do zero há 13 anos por pessoas anônimas. Inclusive, o setor descentralizado e desmaterializado também provoca opiniões divergentes no mercado.

O bitcoin sofreu quedas expressivas há quase um mês devido à proibição do governo chinês em relação às transações envolvendo criptomoedas no país. Em síntese, o Banco Popular da China informou que todas as transações envolvendo criptomoedas passavam a ser ilegais no país.

Contudo, a criptomoeda voltou a subir após notícias envolvendo grandes empresas no mercado de criptomoedas. Além disso, houve uma forte entrada de capital institucional que protegeu o nível de suporte de US$ 40 mil do bitcoin no final de setembro.

Leia Mais: Importação de gasolina pela Petrobras cresce 950% em um ano

Avalie o Artigo:

Está "bombando" na Internet:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.