Vendas no varejo brasileiro voltam a crescer após 3 meses de queda

Apesar da alta de 0,6% na comparação mensal, o volume de vendas no varejo recuou 4,2% em relação a novembro de 2020

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volume de vendas no varejo brasileiro cresceu 0,6% em novembro de 2021, na comparação com o mês anterior. A saber, os dados fazem parte da série com ajuste sazonal. O avanço ocorre após três quedas consecutivas. Aliás, com o acréscimo do resultado, o comércio varejista para a acumular crescimento de 1,9% em 2021.

Já as vendas do varejo ampliado subiram 0,5% em novembro, na comparação com outubro. Nesse caso, o segmento continua acumulando um avanço expressivo em 2021, de 5,3%. Em resumo, a modalidade inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção.

Já em médias móveis trimestrais, as vendas do varejo caíram 0,1%. Da mesma forma, o varejo ampliado fechou o trimestre móvel em queda de 0,4%Em contrapartida, tanto o comércio varejista (1,9%) quanto o ampliado (5,1%) continuaram com resultados positivos em relação ao volume de vendas acumulado nos últimos 12 meses.

A propósito, os dados fazem parte da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (14). Além disso, o IBGE revelou que o varejo brasileiro registrou uma queda firme de 4,2% na comparação com novembro de 2020, enquanto o varejo ampliado recuou 2,9% na base anual.

Vale destacar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia da Covid-19 em março de 2020. A crise sanitária afetou fortemente diversas atividades econômicas nos primeiros meses, incluindo o setor alimentício. Mas a inflação elevada e a escalada de juros no país vêm reduzindo o poder de compra do consumidor, e isso se reflete na queda das vendas no varejo.

Cinco das oito atividades pesquisadas caem no mês

De acordo com o IBGE, cinco das oito atividades pesquisadas tiveram queda no mês. Os maiores tombos em novembro vieram dos seguintes grupos: móveis e eletrodomésticos (-2,3%), tecidos, vestuário e calçados (-1,9%), combustíveis e lubrificantes (-1,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (-1,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,1%).

Por outro lado, três atividades registraram crescimento em suas vendas: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%).

A saber, estas oito atividades fazem parte do varejo brasileiro. Contudo, há outros dois segmentos pesquisados no varejo ampliado. Ambos registraram alta em novembro: material de construção (0,8%) e veículos, motos, partes e peças (0,7%).

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