PF deflagra operação de combate à disseminação de pornografia infantil

Durante a ação, dois homens, que são irmãos, foram presos porque armazenavam, em seus celulares, conteúdos com cenas de abuso sexual

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Agentes da Polícia Federal (PF) estiveram em Passos, cidade localizada no estado de Minas Gerais, nesta quarta-feira (21), com o intuito de deflagrar uma ação intitulada “Operação Toddy”, a fim de combater o crime de disseminação de pornografia infantil pela internet na região.

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Em nota, a corporação que, a partir de investigações, identificou a publicação e compartilhamento de arquivos de imagem por meio de aplicativo de bate-papo. “O conteúdo em questão apresentava nudez e abuso sexual de crianças do sexo feminino”, revelou a PF.

Ainda conforme a entidade, no decorrer da investigação, os agentes identificaram o autor das transmissões. “As apurações ocorreram em regime de urgência, diante do surgimento de indícios de que o suspeito pretendia abusar de vítima menor de idade”, detalhou.

Após a constatação de quem era o transmissor, a 35ª Vara Federal de Minas Gerais expediu um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito. Ao chegar no local, os agentes da PF encontraram diversos arquivos digitais.

Esses conteúdos com cenas de abuso sexual infantil estavam armazenados tanto no telefone celular do investigado, de 24 anos,  quanto de seu irmão, de 27 anos.

Durante a ação da pf, dois homens, que são irmãos, foram presos porque armazenavam, em seus celulares, conteúdos com cenas de abuso sexual. (Foto: reprodução)
Durante a ação, dois homens, que são irmãos, foram presos porque armazenavam, em seus celulares, conteúdos com cenas de abuso sexual. (Foto: reprodução)

Por conta do flagrante, ambos foram presos e conduzidos para a Delegacia Regional de Polícia Federal em Divinópolis, também em Minas Gerais. “Por lá foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, que possui pena máxima de quatro anos de reclusão”, revelou a PF.

Agora, investigadores da corporação irão realizar análises nos celulares apreendidos, o que poderá culminar no indiciamento dos acusados por outros crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. Após o término dos procedimentos, os presos serão encaminhados ao presídio, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

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