Número de mulheres bilionárias bate recorde em 2021

Duas mulheres entram no top 10 dos maiores bilionários do Brasil; no mundo, número de bilionárias cresceu de 241 para 328

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A Forbes revelou na última terça-feira (5) que o número de mulheres bilionárias cresceu expressivamente em 2021. De acordo com o levantamento, 328 mulheres atingiram a casa dos bilhões ao redor do mundo neste ano, contra 241 em 2020.

A saber, a Forbes destacou que houve um aumento de 35% na representatividade feminina entre os bilionários do planeta. Aliás, a fortuna somada destas 328 mulheres chega a impressionante marca de US$ 1,53 trilhão. A propósito, 12 das bilionárias compartilham seus patrimônios com cônjuge, filho ou irmão.

Entre as mulheres, a herdeira da L’Oreal, Françoise Bettencourt Meyers, é a mais rica do mundo. Com uma fortuna avaliada em US$ 73,6 bilhões, a bilionária lidera a lista dos maiores patrimônios femininos. A Forbes também citou Whitney Wolfe Herd, cofundadora do aplicativo Bumble, que é a bilionária mais jovem do mundo, com apenas 31 anos. Sua fortuna é bem mais modesta, de US$ 1,3 bilhão.

Veja quem são as maiores bilionárias do Brasil

Segundo a Forbes, o Brasil conta com 11 mulheres bilionárias em 2021. Aliás, duas delas entraram pela primeira vez no “top 10” dos maiores bilionários do país.

A primeira é Vicky Sarfaty Safraviúva do banqueiro Joseph Safra, que faleceu em dezembro do ano passado. Sua fortuna está avaliada em R$ 37 bilhões. A outra bilionária que entrou no top 10 do Brasil foi Luiza Helena Trajano, proprietária da Magazine Luiza, com um patrimônio avaliado em R$ 23,5 bilhões.

A Forbes também revelou que Dulce Pugliese de Godoy Bueno, cofundadora da rede de planos de saúde Amil, é a terceira mulher mais rica do Brasil. Sua fortuna está estimada em R$ 14,2 bilhões. Fechando o top cinco, ficaram Flávia Bittar Garcia Faleiros (R$ 11 bilhões), que é acionista da Magazine Luiza, e Maria Helena Moraes Scripilliti (R$ 10,5 bilhões), que é uma das proprietárias do Grupo Votorantim.

Por fim, vale destacar que o ranking da Forbes considera a participação em empresas listadas em bolsas de valores. Em resumo, esse é o principal critério da publicação. A saber, a lista se refere ao primeiro semestre de 2021.

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