Bolsa Família: “Prioridade zero é aprovação do valor médio em R$ 300”, afirma Guedes

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A prioridade zero na agenda do Ministério da Economia, nas palavras do ministro Paulo Guedes, é a aprovação do Bolsa Família com valor médio de R$ 300. Tal declaração foi dada no evento MacroDay, em live realizada promovida pelo banco BTG Pactual.

A seguir na lista de prioridades, de acordo com Guedes, vem a reforma do imposto de renda.

Bolsa Família: “Prioridade zero é aprovação do valor médio em R$ 300”, afirma Guedes
Bolsa Família: “Prioridade zero é aprovação do valor médio em R$ 300”, afirma Guedes – Foto: Reprodução

Prioridade para o Bolsa Família

Um aumento para o Bolsa Família, que se espera vir no novo programa social, reformulado e batizado por Auxílio Brasil, ainda depende de questões que estão sendo discutidas, tais como a reforma tributária e os precatórios.

De acordo com o ministro da Economia, a cooperação entre os poderes pode ser capaz de resolver este impasse:

“O Brasil é uma democracia resiliente, robusta e sofisticada”, disse, o que deve permitir que, apesar de “excessos e erros” durante momentos de estresse, os poderes trabalhem juntos para encontrar uma saída.

“O teto é uma bandeira, toda furada na guerra, mas é o que segura”, explicou, ressaltando a importância do teto de gastos como um “símbolo de austeridade”.

Valor do Bolsa Família

A expectativa aumenta no sentido de que o presidente da República, Jair Bolsonaro, e seus ministros, apontam em diversas declarações que haverá um aumento de no mínimo 50% no valor do ticket médio atual do Bolsa Família, que é de aproximadamente R$ 189.

Tal aumento conforme indicado pela previsão, nos leva a um valor médio de R$ 283.

Crescimento da economia

Ao abordar a manutenção da taxa de crescimento da economia, Paulo Guedes destacou o item como um grande desafio:

“Será que a recuperação será convertida em crescimento sustentável? Eu digo que sim, está tudo preparado para isso acontecer”, afirmou o ministro, mencionando contratos de privatização já assinados.

Ainda mais, o ministro apontou que mesmo diante da pandemia de Covid-19, a economia brasileira caiu menos do que as avançadas, se recuperou de maneira mais veloz e vem crescendo em um ritmo interessante.

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