Banco Central lança MOEDAS COMEMORATIVAS aos 200 anos de Independência do Brasil

As moedas são de prata e outra em cuproníquel, uma liga metálica de cobre com até 30% de níquel, e já estão à venda pela internet

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O Banco Central lançou, na tarde desta terça-feira (26), duas moedas comemorativas aos 200 Anos da Independência do Brasil.

A saber, elas são de prata e outra em cuproníquel, uma liga metálica de cobre e com até 30% de níquel.

“As moedas que lançamos hoje nos contam momentos decisivos da história do nosso país e marcam a efeméride dos 200 anos da Independência do Brasil”, ressaltou a diretora de Administração do Banco Central, Carolina Barros.

Banco Central lança MOEDAS COMEMORATIVAS aos 200 anos de Independência do Brasil
Imagem: Divulgação

Como são as moedas comemorativas?

A moeda de cuproníquel retrata o “Grito da Independência”, dado por D. Pedro I às margens do Rio Ipiranga.

A gravura usada na cunhagem da moeda é a tela “Independência ou Morte”, de Pedro Américo, datada de 1888.

No reverso, traz o valor de face da moeda, de R$ 2,00, e a primeira estrofe do Hino da Independência, de Evaristo da Veiga:

“Já podeis, da pátria filhos, ver contente a mãe gentil; já raiou a liberdade no horizonte do Brasil”.

A moeda também inova ao ser a primeira do Brasil que faz uso do recurso de cores: uma faixa verde e amarela, e tem 30 milímetros de diâmetro.

Vale destacar que a tiragem inicial é de 10 mil unidades, podendo chegar a 40 mil unidades, e será vendida ao público em um cartão no valor R$ 34,00.

Já a moeda de prata, no valor de face de R$ 5,00, traz uma composição de imagens, com o busto de D. Pedro I no primeiro plano, e ao fundo retrata uma cena do quadro “Sessão do Conselho de Estado”, de Georgina de Albuquerque, 1922, em que são retratados a Imperatriz D. Leopoldina e o Ministro José Bonifácio.

O reverso da moeda também contém símbolos nacionais: a bandeira brasileira em movimento e repete a primeira estrofe do Hino da Independência, presente também na moeda de cuproníquel.

A moeda de prata tem 40 milímetros de diâmetro e será vendida ao público por R$ 420,00. A tiragem inicial será de 5 mil unidades, podendo chegar a 20 mil.

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Onde comprar?

Ficou interessado? Então saiba que a venda das duas moedas está disponível ao público exclusivamente pelo site do Clube da Medalha da Casa da Moeda do Brasil.

Comemorações

O lançamento das moedas faz parte de uma série de atividades para rememorar a trajetória do país ao longo dos últimos 200 anos.

Com o mote Liberdade, Independência e Soberania, há ações como o lançamento de publicações, incentivo à produção de arte sobre o tema, reforma de museu e mobilização da diplomacia brasileira para celebrar a data também no exterior.

No início de julho, a Secretaria Especial da Cultura, do Ministério do Turismo, e os Correios lançaram o selo do Bicentenário da Independência do Brasil.

Com 1,8 milhão de tiragem, o selo focaliza a marca oficial do Bicentenário da Independência, que traz o detalhe da espada em cor amarela que D. Pedro I teria bradado durante o “Grito do Ipiranga”. Construído por computação gráfica, o fundo do selo é verde, que juntamente com o amarelo, traz referência às cores nacionais.

“O uso da espada como ícone para o selo do Bicentenário é, além de uma referência histórica ao quadro ‘Independência ou Morte’, uma alusão ao espírito patriótico brasileiro”, explica o criador do selo, Anderson Herbert da Silva Rodrigues, que é assessor do Departamento de Canais Digitais da Secretaria de Comunicação Institucional da Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações.

O selo com a Marca Oficial do Bicentenário tem valor facial de R$ 0,01, disponibilizados para atender não só os colecionadores, mas o público que utiliza o serviço Carta Social.

Outro marco da celebração do Bicentenário da Independência do Brasil será a entrega do Novo Museu do Ipiranga, em São Paulo, que passa por uma completa restauração e modernização.

O museu abriga um acervo de obras e mobiliários que tem relação com a Independência do Brasil e a conclusão e entrega vai ocorrer em setembro. É lá que está a pintura “Independência ou Morte”, do artista brasileiro Pedro Américo, considerada a representação mais difundida do momento da independência do país.

Fonte: Secretaria Especial de Comunicação Social

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