Atleta medalhista de bronze do Quênia é encontrada morta em casa

A informação foi revelada pela federação de atletismo do país. O principal suspeito de ter tirado a vida da atleta é seu marido, que ainda não foi localizado

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Uma morte misteriosa causou uma grande comoção no Quênia, um país localizado no continente africano.  Por lá, a queniana recordista mundial dos 10 mil metros no atletismo, Agnes Jebet Tirop, foi encontrada morta a facadas em sua casa.

A informação foi revelada pela federação de atletismo do país nesta quarta-feira (13). Segundo a entidade, o principal suspeito de ter tirado a vida da atleta é seu marido, que ainda não foi localizado, informou.

“Tirop foi encontrada morta em sua casa em Iten depois de ter sido supostamente esfaqueada por seu marido […] “Ainda estamos trabalhando para descobrir mais detalhes sobre sua morte”, diz a nota publicada pela federação.

Em outro trecho do comunicado, a entidade lamentou a morte da atleta, dizendo que o país perdeu uma joia.  “O Quênia perdeu uma joia, que era uma das gigantes do atletismo em ascensão mais rápida no cenário internacional. Oramos para que Deus conceda força à família e aos amigos neste momento difícil”, completou.

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A informação foi revelada pela federação de atletismo do país. O principal suspeito de ter tirado a vida da atleta é seu marido, que ainda não foi localizado. (Foto: reprodução)

Atleta esteve nas Olimpíadas

Com 25 anos, a corredora de longa distância acumulou duas medalhas de bronze em mundiais nos dez mil metros, conquistadas nos mundiais de 2017 e 2019. Nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, ela disputou os cinco mil metros e terminou na quarta colocação.

A ascensão comentada pela federação de atletismo na nota em que lamenta a morte de Tirop acontece porque a corredora vinha batendo seguidas vezes os recordes mundiais dos dez mil metros, sua prova favorita.

Prova disso é que, em setembro, durante uma competição na Alemanha, ela bateu o recorde mundial da prova com o tempo de 30 minutos e 1 segundo. Ela bateu por 28 segundos o recorde anterior, da marroquina Asmae Leghzaoui, que durava desde 2002.

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