Pix se populariza no Brasil e número de usuários cresce 72% em um ano

Levantamento da Febraban também revela que aderência da pessoa física ao Pix foi maior que a de pessoa jurídica

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O Pix está cada vez mais popular no Brasil. Desde a sua chegada ao Brasil em novembro de 2020, o Pix conseguiu cair na graça dos brasileiros. Em um ano e meio, o sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central (BC) já passou por diversas atualizações e vem registrando um número cada vez maior de usuários.

De acordo com a Pesquisa de Tecnologia Bancária 2022, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o número de usuários cadastrados no Pix saltou 72% entre março de 2021 e o mesmo mês deste ano. Embora o crescimento tenha sido bastante expressivo, a quantidade de transações via Pix foi ainda mais expressiva no período.

Em resumo, o número de usuários com mais de 30 recebimentos através do Pix em um único mês disparou 464%. Já o volume de usuários que pagaram mais de 30 transferências via Pix por mês saltou 809%.

Além disso, o levantamento mostrou que apenas 2% dos usuários com pelo menos uma chave Pix cadastrada recebiam mais de 30 pagamentos via Pix em março do ano passado. Esse percentual subiu para 6% em março deste ano. Por sua vez, os clientes que fizeram ao menos 30 pagamentos por Pix em março saltou de 1% no ano passado para 8% neste ano.

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Aderência de pessoa física é maior que a de pessoa jurídica

A Febraban ainda revelou que a quantidade de usuários pessoa física com mais de 30 Pix no mês disparou 1.041% no período. Já o número de pessoa jurídica cresceu 441%. Já em relação aos recebimentos via Pix, os números saltaram 514% e 366%, respectivamente.

Segundo Sérgio Biagini, sócio-líder da Deloitte, empresa responsável pelo levantamento, a taxa de recebimento da pessoa jurídica deverá aumentar no próximo ano.

“As empresas ainda não estavam prontas para processar o Pix nos sistemas financeiros quando o serviço foi lançado. Mas, a partir do momento em que isso acontece, a adesão passa a acelerar, então pode ser que a pessoa jurídica ultrapasse a pessoa física em recebimento no próximo ano”, explicou.

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