Lula fala em ‘reconstruir’ Brasil junto de Alckmin

Lula diz que caso ele seja eleito, será necessário reconstruir o Brasil, que vem sofrendo, segundo ele, com a má gestão de Bolsonaro

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a ressaltar a importância do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido), vice na chapa que tem o petista como pré-candidato à presidência, dizendo que será com Alckmin que ele reconstruirá o Brasil.

Desde antes da confirmação de que Alckmin iria ser da chapa de Lula, o petista vinha afirmando que o ex-governador não seria um mero “vice decorativo”, ajudando ativamente na reconstrução do Brasil que, segundo Lula, vem sofrendo, segundo ele, muito por conta da gestão do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com Andreia Sadi, jornalista da “Globo News”, em matéria publicada nesta sexta-feira (22), Lula já decidiu que será preciso montar uma força-tarefa. Nesta operação, ele e Alckmin teriam papeis complementares. Hoje, o petista vê como fundamental para atrair investidores, por exemplo, a demonstração de que o país estará focado em questões ambientais na próxima gestão.

Esse assunto meio ambiente e outros, sobretudo aqueles que necessitam de um relacionamento com autoridades internacionais, ficará a cargo de Lula, que é bem quisto por outros líderes. Em contrapartida, Alckmin ficaria encarregado de tocar questões administrativas do dia a dia da máquina pública, visto que ele tem um bom trânsito político.

De acordo Andreia Sadi, Lula tem “total confiança” na pessoa do ex-governador, inclusive quando o assunto é o Congresso Nacional, que será crucial para aprovação de medidas que viabilizam a governabilidade da próxima gestão.

Chapa de Lula com os pés no chão

Atualmente, Lula aparece na frente de Bolsonaro em todos os cenários apresentados pelas pesquisas eleitorais. Todavia, a informação é que o ex-presidente tem dito que o clima de “já ganhou” não pode ser adotado pelo PT e seus aliados.

Isso porque, para o ex-presidente, Bolsonaro é um candidato competitivo e é preciso manter os “pés no chão” e “colocar em prática a proposta de reconstrução do país”. Esses “pés no chão” acontece muito porque Bolsonaro tem, nas últimas semanas, diminuindo a diferença para o petista.

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