Diesel fica mais caro nas bombas do país pela sexta semana consecutiva

Enquanto combustível mais usado no Brasil dispara 3,83%; etanol sobe 0,82% e gasolina avança 0,41%

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Os motoristas do país vêm sofrendo nos últimos tempos com os altos preços dos combustíveis. Nesta semana, isso se repetiu, e os principais combusíveis ficaram novamente mais caros nas bombas do Brasil. A saber, os dados se referem à semana de 3 a 9 de outubro.

De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o diesel disparou 3,83%. Com isso, o valor médio do litro do combustível nas bombas chegou a R$ 5,015. Esse valor é 5,67% maior que o registrado quatro semanas atrás. Aliás, nesta semana, o diesel subiu em todas as regiões do país e em todas as 27 Unidades Federativas (UFs). Em seis meses, o combustível acumula alta de 17,50%.

Já a gasolina teve alta de 0,41% nas bombas do país após se manter estável na semana anterior. O preço médio do litro custou R$ 6,117 e acumula alta de 0,96% em quatro semanas. Já em seis meses, o avanço é bem maior, de 12,28%. O combustível subiu em todas as regiões, com exceção do Nordeste, e em 17 UFs.

Por sua vez, o etanol hidratado, que é o concorrente direto da gasolina nas bombas do país, ficou 0,82% mais caro na semana. Isso fez o preço médio do litro atingir R$ 4,775. O combustível está 2,62% mais caro do que há quatro semanas. Em seis meses, possui a variação mais expressiva entre os combustíveis, de 25,53%.

Reajustes aos consumidores dependem dos postos de combustíveis 

A maior recomendação aos consumidores é analisar de perto as variações em cada posto. Assim, ele podem conseguir abastecer seus automóveis com preços menos altos. Em suma, os valores finais disponibilizados aos motoristas variam em cada posto de combustível, pois os ajustes dependem de cada estabelecimento.

Diversos fatores, como impostos, taxas, margem de lucro e custo com a mão de obra, influenciam diretamente na definição do preço dos combustíveis. Ao mesmo tempo, há livre concorrência no mercado brasileiro e cada posto pode definir os seus reajustes. Por isso, cabe à população pesquisar os mais econômicos.

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