Canibal alemão é condenado à prisão perpétua

O alemão dopou, matou, esquartejou e depois ainda comeu a vítima, um homem que ele havia conhecido na internet

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O alemão Stefan R. foi condenado à prisão perpétua nesta sexta-feira (07) por um tribunal de Berlim, na Alemanha. O homem, que tem 42 anos e é professor, foi sentenciado por assassinar, esquartejar e, depois disso, comer um homem de 43 anos que ele havia conhecido na internet. De acordo com as informações, o réu foi considerado culpado de “assassinato” e “atentado à paz dos mortos”.

Segundo informações publicadas pela agência de notícias “Reuters”, por conta da gravidade dos fatos, a Justiça alemã acrescentou condições à sentença do professor que tornam quase impossível qualquer libertação antecipada.

Ainda conforme a publicação, o crime aconteceu em setembro de 2020, quando a vítima e o acusado marcaram um encontro sexual via aplicativo de namoro. No local, o professor teria dado ao outro homem uma substância chamada GHB, conhecida como a “droga do estuprador”, que teria feito com que o rapaz perdesse a consciência.

O alemão dopou, matou, esquartejou e depois ainda comeu a vítima, um homem que ele havia conhecido na internet.
O alemão dopou, matou, esquartejou e depois ainda comeu a vítima, um homem que ele havia conhecido na internet. (Foto: reprodução)

Com a vítima desacordada, o réu cortou o pescoço e o deixou sangrar. De acordo com Martin Clage, advogado de acusação, ele fez isso “porque isso o estimulava sexualmente”. Logo após cortar o pescoço da vítima, o alemão teria comido uma parte dos membros do homem que havia marcado um encontro com ele.

Os restos mortais da vítima foram encontradas apenas dois meses depois em um parque ao norte de Berlim. Ao analisar o celular do rapaz, os investigadores conseguiram identificar o taxista que o levou até a casa do réu. No imóvel, a polícia encontrou vestígios de sangue, outras partes do corpo e vários instrumentos, incluindo uma serra de ossos.

Ainda durante as investigações, os agentes policiais revelaram que o alemão já havia realizado buscas “específicas e detalhadas” em diferentes fóruns relacionados ao canibalismo.  Por fim, o advogado Martin Glage diz que “havia muito sangue da vítima” na casa do acusado e que não há indícios de crime consentido: a vítima “queria sair viva” dali, finalizou.

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