Índice Nacional da Construção Civil sobe em outubro

Levantamento da FGV revela que índice avançou 0,80% no mês e passa a acumular variação de 12,88% no ano

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O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,80% em outubro deste ano. A saber, a taxa ficou 0,24 ponto percentual (p.p.) maior que a registrada em setembro (0,56%). Já na comparação com outubro de 2020, o índice teve menos da metade da variação, visto que o INCC-M havia subido 1,69% no ano passado.

Com o acréscimo do resultado deste mês, o indicador passa a acumular avanço de 12,88% neste ano. Já nos últimos 12 meses, o índice tem variação de 15,35%, superando em mais de duas vezes a taxa dos 12 meses imediatamente anteriores (6,64%).

Em resumo, o índice referente à mão de obra subiu 0,10% após subir 0,27% em setembro. Já o componente de serviços recuou de 0,56% para 0,36% entre os meses. Nesse componente, o item projetos continuou exercendo o maior impacto negativo, caindo de 0,40% para 0,11%.

Em contrapartida, o índice de materiais e equipamentos saltou em outubro, de 0,89% para 1,68%. A saber, três dos quatro componentes do índice aceleraram no mês, com destaque para materiais para estrutura, cuja taxa disparou 0,78% para 2,12%. Aliás, a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pelo levantamento, divulgou os dados nesta terça-feira (26).

Seis das sete capitais pesquisadas aceleram em outubro

O levantamento da FGV também mostrou que seis das sete capitais pesquisadas tiveram aceleração em suas variações em outubro. A propósito, a única desaceleração veio de Porto Alegre, cuja taxa tombou de 1,68% para 0,97%. Ainda assim, a capital continuou com a maior variação entre os locais pesquisados.

Enquanto isso, as outras seis capitais tiveram alta em suas variações: Recife (0,33% para 0,88%), São Paulo (0,40% para 0,80%), Rio de Janeiro (0,62% para 0,77%), Belo Horizonte (0,32% para 0,76%), Brasília (0,55% para 0,71%) e Salvador (0,32% para 0,69%). As altas variaram entre 0,55 p.p. e 0,16.

Por fim, a FGV destacou que a maior influência positiva veio de vergalhões e arames de aço ao carbono, cuja taxa saltou 0,78% para 7,91%. Por outro lado, o recuo mais intenso veio de tubos e conexões de ferro e aço (-0,32% para -1,55%).

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