Guedes e Economia: “Não vamos subir em cadáveres para fazer política”

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Hoje (04), o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que não pretende subir em cadáveres para que consigam melhorar a economia. Enquanto ocorriam os depoimentos sobre a CPI da Covid-19 que começou às 14h nesta tarde, tentava mostrar em entrevistas que a economia está se recuperando. 

Atualmente, são mais de 409 mil mortos e, enquanto isso, apenas 6,9% da população recebeu as duas doses da vacina. 

Arthur Lira é contra as investigações da CPI e afirma que, em um momento de crise sanitária, o Brasil deveria se preocupar com outros acontecimentos. Segundo ele, os culpados devem ser punidos no tempo certo que não é agora. 

Bolsonaro argumenta que as investigações deveriam abranger as escalas estaduais e municipais. Rodrigo Pacheco argumenta que isso vai contra a Constituição e é criticado por ministros que dizem que o poder subiu à sua cabeça. 

“Precisamos de mais respeito e de mais tolerância. Temos que escapar da espiral de ódio, porque é um descredenciamento da nossa democracia“, afirmou ele.

“Quem estiver explorando cadáver para fazer política, não vai dar certo. Eu acredito justamente que temos que conviver construindo um Brasil melhor, sempre pensando que o Brasil está acima de tudo. É o nosso país”, frisou.

Hoje (04), também ocorre o encontro do COPOM e do BC que devem planejar quais serão os aumentos das taxas de juros da Selic. O planejado, entretanto, é que o aumento seja algo na faixa de 0,75 pontos que irá totalizar mais de 3,5%. No início de março a porcentagem era de apenas 2%. 

Selic na economia

Quais são as influências da taxa Selic na economia? Com o aumento dos juros no Brasil, os empréstimos e financiamentos devem ficar ainda mais caros. Dessa forma, pode ser benéfico para a diminuição da inflação que mantém grande quantidade de dinheiro em circulação e, como consequência, a diminuição do dólar.

No entanto, durante a crise da pandemia da Covid-19, muitas empresas tiveram que optar por empréstimos para pagar os empregados e funcionários. Sendo assim, podem acabar saindo no prejuízo. Eles cresceram 28% em março.

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