Governo prevê que Auxílio Brasil ajude a equilibrar a economia em 2022

Declaração foi dada por assessor do Ministério da Economia

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Em entrevista concedida ao site da Jovem Pan, o secretário especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, falou sobre as injeções dos recursos do Programa Auxílio Brasil e investimentos privados, como medidas que poderão ajudar a manter as atividades aquecidas.

Governo prevê que Auxílio Brasil ajude a equilibrar a economia em 2022
Governo prevê que Auxílio Brasil ajude a equilibrar a economia em 2022 – Foto: Reprodução

Auxílio Brasil e investimento

O programa social lançado para substituir o Bolsa Família vai pagar parcelas mínimas de R$ 400 até dezembro. Lembrando que o primeiro pagamento com este valor foi repassado na segunda parcela do Auxílio Brasil.

Já os marcos regulatórios e leilões promovidos pela União nos últimos anos devem contratar R$ 1,2 trilhão em investimento para os próximos dez anos.

“À medida que se abrem oportunidades, as pessoas vão investir”, disse Afif na entrevista.

Reestruturação

A reestruturação de empresas atingidas pela crise econômica é um dos pilares dos planos econômicos para os primeiros meses de 2022.

“A vacina fez efeito, agora temos que olhar o outro lado, os que caíram, os falidos. Esses nós temos de levantar”, ponderou.

A equipe econômica mantém a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2022 acima de 2%. O patamar é muito mais otimista da alta de 0,5% prevista pelo mercado financeiro, e também acima do 1% estimado pelo Banco Central.

“As coisas não são tão ruins quanto se anunciam, e não tão boas quanto nós desejaríamos, mas vamos ficar em uma média bem razoável. O Brasil vai continuar a sua escalada de retomada”, projeta Afif.

De acordo o secretário, as reformas administrativa e tributária dificilmente serão votadas nos próximos meses em meio ao ciclo eleitoral, mas isso não impede avanços nas pautas econômicas, como simplificações de tributos.

Medidas para impulsionar a economia

Afif afirma que é o momento de retomada e lembra que foi aprovado o refinanciamento no Congresso Nacional das dívidas das micro e pequenas empresas, principalmente as dívidas tributárias a serem renegociadas, perdão de multas, perdão de juros.

Ele destaca que este é o primeiro passo para reerguer essas empresas.

Além disso, com a aprovação da PEC dos Precatórios, houve a liberação de recursos para viabilizar o Auxílio Brasil, que é um programa essencial para cobrir a outra parte dos efeitos colaterais da pandemia, de acordo com o secretário.

Ele pondera que tivemos o efeito econômico nas empresas, e que na população de baixa renda isso atingiu diretamente a alimentação.

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