Carnaval, festas e futebol: uma combinação arriscada no pós-pandemia

Após o período de alerta vermelho, Brasil volta a fazer eventos de maior concentração de pessoas, mas com riscos do Coronavírus.

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O pós-pandemia da Covid-19 está sendo um momento “mais confortável” para o brasileiro. Afinal, para muitos, após dois anos de um período de isolamento e anulações, esse é o tempo de normalizar a vida. Respirar um pouco mais aliviado, com paz, não quer dizer que os cuidados essenciais com a doença acabaram.

O alto percentual de vacinação deu a sociedade a impressão de “relaxar” com os cuidados. Isso porque houve uma queda no número de internações e mortes provocadas pelo Coronavírus. Porém, não é possível viver somente de emoções, é preciso pensar com a razão em um momento tão delicado. Por isso, é preciso focar no que é importante nesse momento para não haver retrocesso.

pós-pandemia

É necessário realmente haver carnaval? E festas com milhões de pessoas reunidas? Estádios lotados? Encontrar os amigos, as festas de fim de ano, tudo isso pode ser pensado com mais cautela. Afinal, estamos vivendo um pós-pandemia, mas sem a certeza que isso tudo acabou. Vale a pena arriscar a vida de todos?

Qual o problema das festas no pós-pandemia?

Essa é a pergunta da maioria dos brasileiros. Isso porque os dados informados é que, em média, 70% da população já está completamente imunizada. Qual o problema da vida voltar ao normal?

Sim, mais da metade dos brasileiros estão vacinados. No entanto, acreditar que o pós-pandemia pode ser “relaxado” é algo além. Isso porque a pandemia é a nível mundial. Portanto, a Covid-19 se espalha em diversos continentes e países. Se o Brasil passar a receber e aglomerar em suas ruas pessoas de diversos locais, o risco ainda continua.

Sendo assim, é importante agir em cada localidade. Por exemplo, o carnaval é uma festa nacional e conhecida em vários países. Afinal, o Brasil é a nação que ama uma festa, não é mesmo? E não vai impedir pessoas de outros locais entrarem no país para desfrutar desse momento. Isso porque é rentável para o Brasil, pois aumenta a economia.

Além disso, imagina acontecer o show de fogos em pontos estratégicos no Ano Novo? Copacabana, Belo Horizonte, praias do Nordeste, todos bem cheios. Um pós-pandemia sem nenhuma consciência, não é mesmo? Isso porque ninguém vai respeitar o protocolo de distanciamento.

E o futebol?

Os estádios estão voltando a receber o seu público. Alguns com lotação máxima, outros com restrição. Mas há aqueles que só permitem a torcida local. Portanto, nada de duas torcidas no estádio. Porém, a aglomeração é a mesma. Os riscos são enormes. Por isso, é preciso ter consciência para voltar a vida ao normal aos poucos.

Qual é o ideal para o pós-pandemia?

Com o fim de ano e a maioria das pessoas vacinadas, é normal as famílias quererem se reunir para celebrar mais um ano. Especialmente por estarem vivos. Porém, o pós-pandemia é algo que precisa de cautela.

O ideal, se for reunir, é fazer isso com poucas pessoas, com aquelas que já estão vacinadas e sempre mantendo a higienização. Portanto, álcool em gel no local da reunião, ambiente arejado e consciência com muitos abraços.

Uma população consciente no pós-pandemia faz com que não sejamos mais reféns de um vírus.

 

 

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