Vera Fischer recorda ida para a reabilitação e relacionamento conturbado

Atriz conta detalhes do relacionamento com Felipe Camargo.

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Vera Fischer recorda
Reprodução: Globo

Convidada de Pedro Bial em seu programa, Vera Fischer recorda momentos conturbados de sua vida, como quando foi internada em uma clínica de reabilitação e o relacionamento ‘tumultuado’ que teve com o também ator Felipe Camargo. Os dois começaram a namorar nos bastidores da novela ‘Mandala’, de 1987, e ficaram juntos até 1995. No entanto, o casamento não foi lá tão saudável.

Vera Fischer recorda relacionamento conturbado com ator

A atriz explica a Pedro Bial que precisou criar uma ‘capa’ para lidar melhor com o relacionamento. “Antes (do Felipe) eu tive uma vida mais tranquila. Era uma vida mais intelectual, de trabalho, mais de filhos. Eu não abusava tanto. Aí eu tive que ficar abusada, porque eu tive que conviver com gente muito mais jovem do que eu. E o que os jovens faziam eu tinha que fazer também, senão eu era um peixe fora d’água”, explica.

Ademais, Bial questiona se a contratada da Netflix lembrava do período que ficou internada em uma clínica de reabilitação, ao que ela prontamente responde: “Lembro. Ali entrei por vontade própria, porque estava determinada a ouvir aquelas pessoas. Eram pessoas muito inteligentes. Cada um tinha uma história de drogadição diferente. Aprendo sempre muito com as pessoas e suas histórias”, revela.

Cuidados com o ex-marido

Estes não foram os únicos desafios que a atriz precisou enfrentar. Vera precisou cuidar do ex-marido, Perry Salles, que foi diagnosticado com câncer terminal. Para isso, ela montou uma UTI no escritório de sua casa e ainda instalou um sofá no local, para que ele pudesse receber visitas das ex-mulheres e filhos. “Eu não conseguia chorar e tinha que segurar todos. Na época, fazia ‘Caminho das Índias’. Vinha da novela e corria para casa. Fazia piada, brincava… Aí começaram a nascer feridas no meu corpo. Minha imunidade baixou para zero. Tive uma ferida muito grande na boca que ia virar um câncer e tive que extirpar. Procurei uma analista que ela disse na primeira vez que fui: ‘Pode chorar, chora. Eu te dou permissão’. Aí eu chorei desbragadamente todas as lágrimas de dor. Quando olhei, ela estava chorando”, recorda.

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