Vacinação Infantil: Ministério da Saúde anuncia antecipação da chegada de doses contra Covid

Segunda remessa chegaria no dia 20, entretanto agora chegará no próximo domingo (16). Envios do primeiro lote aos estados começam nesta sexta-feira (14).

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O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, anunciou em suas redes sociais nesta sexta-feira (14) que a chegada da segunda remessa de vacinas da Pfizer para vacinação infantil no combate ao Covid-19 foi antecipada. Assim, o lote de 1,2 milhão de doses vai chegar no domingo (16). A previsão anterior para chegada da segunda remessa era no dia 20.

“E a nossa sexta-feira começa com uma ótima notícia. A segunda remessa de doses da vacina pediátrica da Pfizer foi antecipada para o dia 16/01, serão mais 1,2 milhão de doses. E fechando o mês de janeiro, no dia 27/01 serão mais 1,8 milhão de doses. Vamos em frente”, escreveu o secretário.

 

A distribuição para os estados do primeiro lote com 1,2 milhão de doses que chegou ao Brasil na quinta-feira (14), já começou nesta sexta-feira (15). Assim, é possível que a vacinação de crianças com idade entre 5 a 11 anos comece durante o final de semana.  Enquanto isso, a terceira remessa é esperada para o dia 27 de janeiro, com 1,8 milhão de doses.

Atencipação de doses da vacina
Vacinação infantil deve ser antecipada / Foto: Walterson Rosa, MS

Compra de vacinas

O envio de doses para crianças faz parte de um acordo assinado em 29 de novembro entre o governo federal e a Pfizer, que prevê a disponibilização de 100 milhões de doses da vacina no Brasil ao longo de 2022.

As negociações também prevêem que o Ministério da Saúde terá a opção de aumentar a quantidade de vacinas adicionais a serem entregues ao país em até 50 milhões, subindo para 150 milhões de doses ao total durante o ano.

Vacinação infantil

Segundo o próprio governo, a vacinação infantil acontecerá:

  • em ordem decrescente de idade (das crianças mais velhas para as mais novas), com prioridade para quem tem comorbidade ou deficiência permanente e para crianças quilombolas e indígenas;
  • sem necessidade de autorização por escrito, desde que pai, mãe ou responsável esteja com a criança no momento da vacinação;
  • com intervalo de oito semanas – um prazo maior que o previsto anteriormente na bula, que era três semanas.
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