Secretário de Saúde do Rio culpa fake news por baixa adesão à vacinação infantil contra Covid-19

Daniel Soranz afirma que imunizantes em uso são seguros e eficazes

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Nesta quarta-feira (26), o secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, afirmou que a divulgação de notícias falsas (fake news) pode ser uma das responsáveis pela baixa adesão à vacinação infantil contra Covid-19 na capital fluminense.

“A gente viu uma adesão muito baixa nessa primeira semana, mas também tinha poucas vacinas, teve algumas fake news, de supostos efeitos adversos que não se confirmaram. São duas vacinas muito seguras, a vacina da Pfizer já foi utilizada em mais de 14 milhões de crianças no mundo, a CoronaVac também foi utilizada em larga escala em vários países, no Chile principalmente”, disse Soranz em conversa com jornalistas.

De acordo com o secretário, as vacinas em uso na imunização infantil são seguras e eficazes na proteção contra formas graves de Covid-19. Com isso, ele fez um apelo para os pais levarem os filhos para se imunizarem, citando o número de crianças internadas por conta da doença no Rio de Janeiro.

“Então, a gente espera que os pais sejam conscientes, ajudem nessa proteção. Hoje a gente tem 17 crianças internadas com covid-19 na cidade do Rio. É um número importante e a gente pede e insiste com os pais para trazer essas crianças para vacinar. As vacinas são seguras e eficazes e a gente precisa dessa adesão, que os pais tragam as crianças”, recomendou Soranz.

Até o momento, o Rio de Janeiro aplicou a primeira dose da vacina infantil contra Covid-19 em cerca de 9% das crianças de 5 a 11 anos, segundo dados da Secretaria de Saúde da capital fluminense. A expectativa é que a cobertura vacinal aumente conforme cheguem novas doses da vacina da Pfizer e da CoronaVac.

Hoje (26), crianças de 10 anos podem receber a primeira dose da vacina no Rio de Janeiro. Amanhã será a vez dos pequenos de 9 anos de idade, enquanto na sexta e no sábado a faixa etária acima de 8 anos pode ser vacinada.

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