Saiba mais sobre a Libra, a nova liga do futebol brasileiro

Seis clubes da Série A e o Cruzeiro já assinaram o documento.

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O futebol brasileiro convive com os mesmos problemas há muito tempo. Desde que se criou o Brasileirão de pontos corridos, há quase 20 anos, os clubes reclamam de problemas de calendário, falta de organização, gramados ruins e outros problemas recorrentes do nosso futebol. Entretanto, isso pode estar prestes a mudar.

Organizado até hoje pela CBF, o Brasileirão pode passar a ser organizado pela Libra, uma possível nova liga entre os clubes das Séries A e B do nosso futebol. Isto é, assim como nas grandes ligas europeias, o torneio deixaria de ser organizado pela Confederação do país, que cuidaria da Copa do Brasil e de outras questões.

Dito isso, seis clubes da Série A (Santos, São Paulo, Red Bull Bragantino, Corinthians, Flamengo e Palmeiras), além do Cruzeiro, já assinaram com a Codajas Sports Kapital um documento que prevê a criação da liga. Vale lembrar que está marcada para a semana que vem uma reunião com os 40 clubes que disputam as duas principais divisões do nosso futebol.

Futebol
Taça de Campeão Brasileiro. Foto: Lucas Figueiredo.

Importância de uma liga no futebol brasileiro 

Como as federações estaduais e a CBF caminham juntas há muito tempo na organização do futebol brasileiro, os interesses dos clubes muitas vezes não são atendidos. Em 2022, por exemplo, o calendário está tão apertado que nenhum clube consegue utilizar seus principais jogadores em todos os jogos. Além disso, mal eles tem tempo para treinar.

Tratando mais especificamente da liga, a proposta de criação é da empresa Codajas e do banco BTG. Ademais, talvez a situação não esteja tão próxima de ser concretizada. Isso porque, o presidente do Athletico Paranaense, Mário Celso Petraglia, fez algumas críticas a forma como os seis clubes se posicionaram. Confira um trecho de sua fala no ‘GE’:

“O Athletico vai ouvir o seu Conselho e, se estiver de acordo com os nossos princípios, assinaremos. Desde que fique claro que a fundação será dos 20. E não iremos a reboque dos seis. O que nós queremos é dividir melhor, mais justo, e não o Flamengo ter 70 vezes o valor do Athletico-PR em pay-per-view. 70 vezes na mesma competição.”

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