Professor aplica substância nas coxas acreditando ser anabolizante e morre em SP

O professor estava crente que o líquido aplicado era anabolizante. No entanto, a substância era outra, uma altamente tóxica

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Um caso impressionante aconteceu na cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo. Por lá, um professor de matemática de 26 anos morreu depois de ter aplicado uma substância nas coxas pensando que era um anabolizante usado para o crescimento dos músculos. De acordo com a Polícia Civil em nota divulgada nesta sexta-feira (03), a morte da vítima aconteceu na quarta (01).

Ainda segunda a Polícia, o pai do professor, identificado como Gustavo Henrique Gonçalves, procurou a delegacia para registrar boletim de ocorrência. Na ocasião, ele relatou aos investigadores que seu filho foi atendido por médicos do pronto-socorro e, de lá, encaminhado para a Santa Casa de Araçatuba.

Conforme relata a Polícia Civil, as informações preliminares apontaram que o jovem teria aplicado uma substância chamada ricina intramuscular nas duas coxas pensando que a substância era um anabolizante.

No entanto, o líquido era, na verdade, uma proteína altamente tóxica extraída da mamona. Segundo especialistas, esse líquido é tão potente que uma pessoa pode ir a óbito apenas com uma pequena quantidade da substância.

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O professor estava crente que o líquido aplicado era anabolizante. No entanto, a substância era outra, uma altamente tóxica. (Foto: reprodução)

Apesar das informações preliminares, a Polícia Civil informou que está investigando se o produto usado por Gustavo Henrique é realmente a toxina e onde o rapaz adquiriu a substância.

“O diagnóstico inicial da vítima foi de intoxicação exógena e acidose metabólica grave por envenenamento”, apontou o boletim de ocorrência do jovem, que ainda revelou que o quadro do jovem evoluiu para insuficiência respiratória, insuficiência renal aguda e choque séptico.

Após constatada a morte, o corpo do professor foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Além dos relatórios rotineiros, a Polícia Civil também solicitou que fosse feito um exame necroscópico para juntar à investigação.

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