Policial do Rio admite ter matado jovem após descobrir traição do marido

Isadora Calheiros, de 25 anos, foi morta na última sexta. A principal suspeita, uma policial civil, confessou o crime, mas não foi presa

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Na última sexta-feira (26), a jovem Isadora Calheiros, de 25 anos, morreu após ter sido atingida com um tiro no rosto em Queimados, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. De acordo com as informações, a suspeita de ter cometido o crime é uma policial,  que confessou que atirou na jovem e, por isso, está sendo formalmente investigada por homicídio doloso.

Segundo a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, a policial, que ainda não teve seu nome revelado, está solta, e declarou que  cometeu o crime após ter descoberto uma suposta traição do marido, que estava se envolvendo com Isadora.

A descoberta da eventual traição teria acontecido depois que a mulher, que havia reatado com o marido recentemente, pegou o celular dele e viu uma troca de mensagens entre a jovem e ele – ainda não se sabe o que os dois conversavam.

Isadora Calheiros, de 25 anos, foi morta na última sexta. A principal suspeita, uma policial civil, ainda não se entregou às autoridades.
Isadora Calheiros, de 25 anos, foi morta na última sexta. A principal suspeita, uma policial civil, confessou o crime, mas não foi presa. (Foto: reprodução)

Essas revelações da agente ocorreram em um depoimento. Na ocasião, ela também contou que revelou a troca de mensagens para o namorado de Isadora. “Em dado momento do depoimento a suspeita afirmou que avistou um carro próximo de sua casa e esse carro foi visto também na porta da casa da jovem”, revelou a Polícia Civil.

Depois de ter visto o veículo, a policial afirma que foi até o local onde Isadora trabalhava, mas não a encontrou. No outro dia, a agente foi a procurada. Isso porque a jovem foi até a casa da funcionária pública e, depois de uma discussão entre as duas, Isadora acabou levando a pior ao ser atingida por um tiro no rosto.

Para matar a jovem, a policial teria efetuado apenas um disparo de arma de fogo. Após o crime, a agente afirma ter tentado ajudar a vítima, mas já era tarde demais. Durante o depoimento, a acusada entregou a arma, a carteira funcional de policial e foi liberada. Até o momento, não há informações sobre uma eventual prisão da mulher.

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