Padre Fábio de Melo fala de amizade com a travesti Luana Muniz: “Marcou minha vida”

A travesti Luana Muniz faleceu em 2017, mas o religioso diz que ainda a considera uma de suas melhores amigas

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Padre Fábio de Melo abriu o coração, nesta quarta-feira (21), sobre a amizade com a travesti Luana Muniz, que faleceu em 2017. Em depoimento inédito para o documentário ‘Filha da Lua’, que estreia nos cinemas no dia 12 de agosto, o religioso afirma que foi um privilégio conhecer a ativista LGBTQIA+. 

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O primeiro encontro do Padre com Luana aconteceu em 2015, na quadra da Escola de Samba da Mangueira, no Rio de Janeiro. A partir daí, os dois desenvolveram uma linda relação que transformaria, para sempre, a vida de Fábio: “Foi um ser humano que marcou minha vida. Eu tenho no meu celular algumas conversas tão bonitas onde nós falávamos da nossa vida, dos nossos pontos de vista tão diferentes. Mas nós convergíamos para um único ponto: o amor ao ser humano”.

“Se um dia nós aprendêssemos que, apesar de termos vidas diferentes, nós temos sentimentos semelhantes e sofremos as mesmas dores, o mundo começa a ficar melhor. Eu me tornei parceiro da obra dela. Ficamos amigos, de nos falarmos semanalmente. Não consigo apagar as mensagens de voz dela até hoje”, admite o religioso, que a acompanhou em diversas ações sociais em São Paulo.

Padre fez tatuagem em homenagem a mãe

O Padre Fábio de Melo surpreendeu os fãs em agosto de 2020, ao revelar que fez sua primeira tatuagem. O sacerdote postou em seu Instagram a foto de sua tattoo, uma abelha bem realista, com menos de 2cm e explicou para os fãs: “Para que eu nunca me esqueça de que o mel é fruto de dedicação, pousei, definitivamente, uma abelha em minha mão”.

Na legenda, ele revelou que a tattoo tinha um significado muito especial e a nomeou de Ana, o mesmo nome de sua mãe: “Ela tem apenas 2 cm. Obra de arte criada e executada pelo meu amigo @fernandoshimizu. Dei a ela o nome de Ana, o mesmo de minha mãe. Tudo começou com uma abelha que ficava pousando em mim, durante as lives das missas dominicais”.

A dona Ana Maria faleceu de Covid-19, em março deste ano, após ficar mais de duas semanas internada no Hospital.

 

 

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