Morre a atriz Marina Miranda, aos 90 anos de idade

A atriz estava internada em coma no Hospital e seu estado era "irreversível"

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Morreu na madrugada da última segunda-feira (20), aos 90 anos de idade, a atriz Marina Miranda. Ela, que ficou conhecida como Dona Mandala/Charanga em ‘Escolinha do Professor Raimundo’, estava internada no Hospital Público Miguel Couto, no Rio de Janeiro, em coma desde o último domingo (19).

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Sylvia Miranda, filha da veterana, confirmou a morte da mãe para a revista Quem. O Hospital corroborou o falecimento por meio de uma nota: “A direção do Centro de Emergência Regional (CER) do Leblon lamenta informar que a paciente Marina Miranda faleceu na noite desta segunda-feira (20). Ela estava internada na unidade, com quadro grave, desde o dia 19”.

Marina estava no Hospital em coma, devido à complicações da doença de Alzheimer, e de acordo com a filha, seu estado era “irreversível”. Sylvia tentava transferir a mãe para um Hospital particular, mas não teve sucesso. Que ela descanse em paz!

Marina Miranda não teve uma velhice sossegada

A atriz, considerada uma das grandes veteranas da TV brasileira, chamou atenção em 2020, quando a filha Sylvia Miranda afirmou que ela vivia cercada de lixo. Em matéria para o Domingo Espetacular, da Record, ela afirmou que a mãe havia se tornado acumuladora graças à influência da outra filha.

“O meu medo é a minha mãe morrer no meio daquele lixo! Minha mãe está com isso aqui [peito] seco, você vê os ossos dela”, explicou a empresária, que denunciou a situação para a Delegacia do Idoso. Os vizinhos de Miranda, inclusive, já a processaram por alimentar pombos na janela.

Em janeiro deste ano, Sylvia havia conseguido tirar a mãe do apartamento, mas foi impedida pelas irmãs de ver a atriz: “Eu ganhei a ordem (judicial) pra ver minha mãe, mas elas mudaram pra Praia de Botafogo. Tô pior da saúde, quase morri. Se não fosse meus amigos Lúcio Mauro Filho e Bruno Mazzeo eu teria morrido. Continuo camelô, só não estou trabalhando porque meu tumor piorou e tô com insuficiência respiratória. Uso oxigênio pequeno caseiro e nebulizador doados por amigos. Vivo de morfina e pedindo cesta básica na internet. Não vejo minha mãe”.

Sylvia, em setembro deste ano, lutou para transferir a mãe para um novo Hospital, mas sem sucesso.

 

 

 

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