Maitê Proença sobre namoro com Adriana Calcanhotto: “Queria que ela fosse homem”

A atriz, apesar de apaixonada pela cantora, reconhece que será massacrada pela comunidade LGBTQIA+ por essa fala

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Maitê Proença e Adriana Calcanhotto vivem um romance desde o final de 2020 e, bastante discretas, evitam exibir ou postar informações sobre a relação nas redes sociais. Em entrevista à revista ‘JP’ do Glamurama, que repercutiu nesta segunda-feira (27), no entanto, a atriz resolveu abrir uma exceção.

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Apesar de amar a namorada, Maitê admite que gostaria que ela fosse um homem e explica: “Eu queria que ela [Adriana] fosse homem. Para essa atividade, sempre gostei mais de homem. Mas ela é mulher, gosto dela e aceito isso. Sei que as feministas e os LGBTs não vão gostar do que acabei de dizer, mas, honestamente, é assim, entendeu? Posso experimentar algo diferente para estar com ela”.

Sem medo de ser ‘cancelada’ pelos tribunais da internet, Maitê ainda aproveitou o bate-papo para defender a ex-colega, Regina Duarte, ex-secretária de Cultura do governo de Jair Bolsonaro: “Fui muito criticada por defender a Regina. Continuo sem entendê-la porque esse governo se mostrou tão equivocado, tão contrário à nossa classe… Mas não vou patrulhar uma colega que convivi por 30 anos e sei que não é uma pessoa perversa. Achei horrível fazerem isso, sabe? O pensamento da Regina sempre foi diferente do meu, mas ela está intitulada a pensar o que bem entender”.

Maitê e Carolina Ferraz processam a TV Globo

Carolina Ferraz e Maitê Proença se uniram em processo trabalhista contra a TV Globo. De acordo com a exclusiva do site Notícias da TV, em junho deste ano, Carolina, que hoje é contratada da Record, foi testemunha de defesa de Maitê em ação movida contra a emissora.

Na ação, protocolada em 2018, Proença pedia R$500 mil de indenização em busca de direitos trabalhistas e de vínculo empregatício, uma vez que seu contrato era como PJ (Pessoa Jurídica) e não com carteira registrada, assim como ocorreu com Ferraz.

Carolina, em depoimento, afirmou que não sabia como era o contrato da ex-colega com a Globo, mas frisou que foi obrigada pelo canal a assinar fora da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho). “A depoente estima que firmou cerca de oito contratos por meio de sua pessoa jurídica, sendo que acredita que todos foram sucessivos, não se lembrando se pode ter ocorrido um lapso temporal pequeno entre eles; que para a contratação da depoente era exigida a intermediação de pessoa jurídica”, lê-se.

A atual âncora do ‘Domingo Espetacular’, da Record, frisou que, apesar de não ter trabalhado diretamente com Maitê, sabe que todos os contratados pela TV Globo precisavam seguir a obrigação de PJ – ela também processa a TV Globo pelo mesmo motivo.

 

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