Kemilly, menina esmagada por muro do metrô no Recife, tem alta da UTI

O acidente ocorreu quando Kemilly participava de uma festa promovida por uma ONG, em comemoração ao Dia das Crianças

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A família da menina Kemilly Kethelyn Lino da Silva, que como publicou o Brasil123, foi esmagada por uma placa de concreto do muro do metrô do Recife, no Pernambuco, teve uma boa notícia neste domingo: ela teve alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e foi para a enfermaria pediátrica.

A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do Hospital da Restauração, no Centro da capital pernambucana, onde a garota está internada desde o último dia 16 de outubro, quando ela sofreu o acidente enquanto estava em uma festa promovida pela ONG Mão Amiga, para celebrar o Dia das Crianças.

De acordo com informações da “TV Globo”, a garota, que tem oito anos e vive na comunidade do Papelão, no Coque, na área central do Recife, recebeu alta por volta das 11h deste domingo. Segundo mãe dela, a dona de casa Caroline Pereira da Silva, a menina está melhor e já está, inclusive, conseguindo conversar.

“Ela está bem melhor. Conversa tudo, fala tudo. Meu esposo foi ficar com ela pela manhã e fez uma chamada de vídeo. Estou muito feliz, mas vou ficar mais feliz ainda quando minha filha estiver em casa”, confessou a mãe de Kemilly.

menina Kemilly
O acidente ocorreu quando Kemilly participava de uma festa promovida por uma ONG, em comemoração ao Dia das Crianças. (Foto: reprodução)

Garota passará por novas avaliações

Conforme o hospital onde a garota está, ela já está respirando sem a ajuda de aparelhos desde a quinta-feira (21). Agora, apesar de já estar consciente, conversando e com o estado de saúde considerado estável, ainda não há previsão de alta hospitalar.

De acordo com a unidade, a garota permanecerá sob observação para que, nos próximos dias, os médicos possam fazer novas avaliações e, assim, traçarem quais serão os próximos procedimentos que serão feitos em Kemilly, que sofreu politraumatismo, com fraturas no crânio, na coluna, nos pés e na pelve, onde foi feita uma cirurgia.

Kemilly vive no Coque, o bairro do Recife com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade, com 57% dos moradores vivendo com renda mensal entre R$ 130 e R$ 260. No momento em que ela se acidentou, estava participando de um projeto que atende 120 famílias em situação de vulnerabilidade social.

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