Influencer Juliana Thaisa acusa Edi Rock de agressão e abuso sexual; rapper nega

A influencer, inclusive, deixou um aviso que corre perigo após anunciar a história

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A influencer Juliana Thaisa repercutiu nas redes sociais, na noite da última terça-feira (21), ao acusar o cantor Edi Rock, do grupo ‘Racionais MC’s’ de abuso e agressão sexual. No stories do Instagram, ela dividiu diversas fotos e vídeos, além de prints, que expõem suas acusações.

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Juliana afirma que foi estuprada pelo cantor e o inquérito foi arquivado na Justiça antes que ela pudesse prover um depoimento: “Eu tô cansada de conversar com jornalista, de buscar ajuda na mídia, de verbalizar inúmeras TODO ocorrido e reviver as minhas dores, inclusive em dias seguidos e as vezes mais de uma vez por dia. Pra no final, ouvir ‘a direção não autorizou a denúncia pq o inquérito foi arquivado’. MAIS DE 90% DOS ESTUPROS NO BRASIL NÃO SÃO CONDENADOS. A MAIORIA DOS ABUSOS ACONTECEM CLANDESTINAMENTE”.

“EU SÓ TENHO DUAS MÃOS, UMA EU USEI PRA TENTAR SEGURAR AQUELE NOJENTO, E A OUTRA PRA SEGURAR MINHA CALÇA QUE ELE TENTAVA ABAIXAR. Queria o que? Que eu tivesse filmado? Eu não pude nem gritar pra não acordar minha filha e traumatizá-la. INFERNO! Estou cansada de pedir ajuda pra mídia, cansada de ver todos os processos de violência que eu tenho, ARQUIVADOS. NÃO TEVE UM, UM SEQUER, que o agressor foi responsabilizado. EU FUI INVALIDADA EM TODOS OS PROCESSOS”, continuou Juliana, afirmando que Edi tentou estuprá-la em sua casa em São Paulo, há mais de um ano, após ela convidá-lo para os dois se verem.

Influencer diz que não foi ouvida pela polícia 

Juliana, na sequência, postou prints do boletim de ocorrência, além de conversas com a irmã relatando o suposto abuso: “A justiça sabe que acontece clandestinamente, e mesmo assim, arquivou o inquérito sem que eu fosse ouvida. Porque todas as provas não foram o suficiente. Queria o quê? Que eu filmasse ele tentando me levar a força pro banheiro e tirar a minha roupa. Que momento eu ia conseguir fazer isso? Que ÓDIO”.

Por fim, ela pede que, se algo acontecer com ela, que Edi seja devidamente investigado: “Se acontecer alguma coisa comigo, investiguem o EDI ROCK. Existe um drive com todas as provas que não foram o suficiente para o Ministério Público. As pessoas certas já tem acesso, caso aconteça alguma coisa comigo”.

Juliana, que também é doula, diz que começou a conversar com Edi pelas redes sociais e que, apesar de ser fã, não queria ter um relacionamento sério com o cantor: “O famoso ‘tenho interesse, mas vamos ver se pessoalmente eu vou querer, e se eu não quiser, é claro que podemos ser amigos. Afinal, é o Edi Rock, sou fã né’. Eu fui uma otária em confiar nesse nojento. Falou que ia passar só pra dar um oi, que ia ser rápido, um oi e ia embora pra gente se ver outro dia quando eu não estivesse com a minha filha… E TOCOU O TERROR DENTRO DA MINHA CASA. FLERTE NÃO É PASSE LIVRE PRA ABUSO SEXUAL, ASSÉDIO E AFINS”.

Edi Rock nega a acusação

No Twitter, na noite da última terça-feira (21), Edi Rock postou o seguinte esclarecimento sobre o caso: “Salveee família! Sobre as acusações contra mim nas redes, já foi comprovado pela justiça que é MENTIRA! Os fatos expostos tornaram a narrativa apresentada ilegítima e caluniosa. Meus advogados cientes, tomaram as medidas cabíveis. Atenciosamente: Edivaldo Pereira Alves”.

 

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