Força-tarefa é montada para combater construções irregulares da milícia no Rio

A operação culminou na demolição de construções irregulares em Rio das Pedras, na Zona Oeste da capital carioca

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Uma força-tarefa deflagrada pelo Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro e pela Secretaria de Ordem Pública teve como objetivo, nesta sexta-feira (26), demolir diversas construções irregulares em Rio das Pedras, na Zona Oeste da capital carioca. Em nota, o MP do estado lembrou que a região em que ação foi deflagrada é controlada por uma milícia.

Durante a operação, operários ficaram incumbidos de demolir fundações de um prédio. O trabalho dessas pessoas foi observado de perto por promotores do Grupo de Atuação Especializada e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público e também pelo Secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevalle.

De acordo com o MP, as investigações constataram que os milicianos teriam investido cerca de R$ 2 milhões nas obras que foram demolidas nesta sexta. Ainda conforme o órgão, estiveram presentes na ação agentes da Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva), da Guarda Municipal do Rio (GM-Rio), e do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

A operação culminou na demolição de construções irregulares em Rio das Pedras, na Zona Oeste da capital carioca.
A operação culminou na demolição de construções irregulares em Rio das Pedras, na Zona Oeste da capital carioca. (Foto: reprodução)

Também no Rio de Janeiro

O caso relatado nesta sexta em Rio das Pedras não teve nenhum miliciano preso, diferentemente do que ocorreu em uma operação da Polícia Civil, que realizou uma grande operação contra a milícia que atua na Baixada Fluminense e na Zona Oeste carioca. De acordo com a entidade, a ação, que aconteceu ao longo de quinta (25), culminou na prisão de 36 pessoas.

Segundo a Polícia Civil, os suspeitos são investigados por inúmeros crimes como:

  • Cobrança de taxas de segurança; centrais clandestinas de internet e TV a cabo;
  • Homicídios; venda ilegal de gás e água;
  • E transporte alternativo ilegal.

Não suficiente, a informação é que a milícia da região, assim como no primeiro caso relatado na matéria, também atua na exploração de construções irregulares. Por fim, a Polícia Civil relatou que a milícia desarticulada na quinta é liderada pelos criminosos Danilo Dias, o Tandera, e Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, rivais e procurados há muito tempo pela polícia.

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