EUA faz apreensão gigantesca de armas no Mar da Arábia

Entre os armamentos apreendidos estão dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses, segundo a frota americana baseada no Bahrein

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Um verdadeiro arsenal de armas foi apreendido pela Marinha dos Estados Unidos no Mar da Arábia. De acordo com as informações do canal de televisão “CNN”, entre os armamentos apreendidos estão dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses.

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Ainda de acordo com o canal, uma frota americana baseada no Bahrein revelou que a apreensão do arsenal foi feita pelo cruzador de mísseis guiados USS Monterey, na quinta-feira (06), próximo ao Paquistão. No entanto, as fotos da apreensão foram reveladas somente na noite de domingo (09).

Conforme aponta a Marinha americana, o arsenal estava sendo transportado em uma embarcação sem bandeira em águas internacionais no Norte do Mar da Arábia. Ainda segundo a Marinha, a carga levou dois dias para ser transferida para o USS Monterey. A tripulação foi liberada logo depois de ser interrogada.

Como é possível ver na foto abaixo, a quantidade de armas é algo assustados. Nesse sentido, informou a “CNN”, o número de armas foi tão grande que cobriu grande parte da cabine de comando traseira do USS Monterey, que tem 173 metros de comprimento.

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Entre os armamentos apreendidos estão dezenas de mísseis antitanque russos e milhares de rifles de assalto chineses, segundo a frota americana baseada no Bahrein. (Foto: reprodução)

“O carregamento de armas incluía dezenas de mísseis guiados antitanque russos avançados, milhares de rifles de assalto chineses tipo 56, centenas de metralhadoras PKM, rifles de precisão e lançadores de granadas propelidas por foguete”, informou a Marinha americana em nota.

Armas sob domínio dos EUA

Agora, o armamento pesado ficará sob a responsabilidade da Marinha americana, que ainda não desvendou qual seria a fonte e o destino do arsenal apreendido.

Todavia, de acordo com a “Associated Press”, uma investigação inicial teria apontado que o navio saiu do Irã e tinha como destino o Iêmen, a fim de apoiar os rebeldes Houthis. Isso, mesmo com a proibição imposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) que, em 2015, proibiu a entrada de armas destinadas ao grupo.

Apesar da proibição, números da ONU mostram que indivíduos ou entidades na República Islâmica do Irã fornecem volumes significativos de armas e componentes para os Houthis atuarem na guerra, que já mataram cerca de 130 mil pessoas, incluindo mais de 13 mil civis.

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