Empresários rejeitam percepção de que Bolsonaro tem apoio do segmento

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Empresários estão rejeitando a ideia de que o presidente Jair Bolsonaro tem apoio no segmento. Grupos de Whatsapp de grandes empresários e investidores amanheceram com extrema indignação sobre a possibilidade dele receber apoio como ocorreu na reunião de ontem (07) quando foi aclamado na reunião.

Mais de 500 banqueiros e empresários assinaram uma carta em que enviaram ao presidente contestando o decaimento do PIB em 4,1% e ter feito com que o Brasil deixasse de estar entre as 10 maiores economias do mundo. 

As economias mundiais são calculadas de acordo com o PIB dividido e transformado em dólar. Então, o dólar alto também influencia de forma considerável o ranking do Brasil. O dólar, apesar de haver começado o dia valendo R$ 5,60, ainda tem os receios de uma possível aprovação do Orçamento para 2021 acima do planejado.

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“Uma parte deles reconhece que se o PT estivesse no poder o país não teria afundado tanto e a grande maioria recebe esse discurso do presidente da República como um estímulo redobrado para a busca por uma terceira via”, afirmou o Valor Investe.

Durante os anos de 2010 e 2014, o Brasil estava entre as principais colocações, mas a moeda norte-americana influenciou para a queda. Há inúmeras tentativas de controlar o dólar, como o aumento da taxa Selic que saiu de 2% a 2,75%. Até o fim do ano de 2021, deve estar na faixa de 5,15%. Na próxima reunião do Banco Central devem mudar a Selic para 3,5%. 

Reunião de Bolsonaro

A reunião foi composta apenas por homens e excluiu um dos maiores apoiadores do Executivo: Luciano Hang. O prometido foi que o país iria avançar nas vacinações e garantiria a produção de mais de 1,2 milhões de doses diariamente. Contaram com a presença de Marcelo Queiroga, que é o novo ministro da Saúde. 

Queiroga e o presidente da república se mostraram contra as medidas de isolamento e afirmaram que existem outras formas de diminuir os casos da Covid 19 no Brasil. Atualmente, cerca de 2,5% da população recebeu as duas doses das vacinas.

Arthur Lira, presidente da Câmara, já questionou que possa estar ocorrendo o desvio das mesmas já que a quantidade de habitantes vacinados deveria ser maior. 

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1 comentário
  1. […] de janeiro, quando senadores protocolaram o pedido a fim de que as ações e omissões do governo Jair Bolsonaro (Sem Partido) na crise sanitária fossem […]

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