Chefe do Estado Islâmico foi morto no Grande Saara, afirma presidente da França

O terrorista morto criou seu grupo extremista em 2015. Desde então ele era classificado como um "inimigo prioritário" do governo francês

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O presidente da França, Emmanuel Macron, realizou um pronunciamento oficial na madrugada desta quinta-feira (16) para revelar que o chefe do Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS), Adnan Abu Walid al Sahraoui, foi morto por forças francesas.

Adnan Abu era considerado o responsável pela maioria dos ataques no Mali, no Níger e também em Burkina Faso. “Adnan Abu Walid al Sahraoui, chefe do grupo terrorista do Estado Islâmico no Grande Saara, foi neutralizado pelas forças francesas”, anunciou o presidente Francês.

De acordo com Emmanuel Macron, a ação que culminou na morte do líder do grupo extremista significa um “um novo grande sucesso no combate aos grupos terroristas no Sahel”.

Chefe do Estado Islâmico

Segundo informações da “Rádio França Internacional”, o terrorista morto já foi membro de outros grupos extremistas como a Al-Qaeda do Magrebe Islâmico. Em 2015, ele criou o grupo EIGS, classificado como um “inimigo prioritário” do governo francês.

Ainda conforme a rádio francesa, apesar de revelada nesta quinta (16), a morte de Adnan Abu foi registrada no final do mês passado, no vilarejo de Menaka, no Mali, durante uma operação militar das forças armadas da França.

O terrorista morto criou seu grupo extremista em 2015. Desde então ele era classificado como um "inimigo prioritário" do governo francês.
O terrorista morto criou seu grupo extremista em 2015. Desde então ele era classificado como um “inimigo prioritário” do governo francês. (Foto: reprodução)

Ataques no Sahel

O grupo liderado por Adnan Abu Sahel atuava em uma região da África que corta o continente de leste a oeste, ficando entre o deserto do Saara e a savana do Sudão ao sul. Na região, de acordo com as informações, existem dois grupos terroristas:

  • O Estado Islâmico no Grande Saara, o EIGS;
  • E o Grupo de Apoio ao Islã e os Muçulmanos, vinculado à Al-Qaeda.

No ano passado, enquanto as forças armadas da França ainda procuravam o terrorista, ele mandou que seus discípulos matassem seis trabalhadores humanitários franceses no Níger. Na ocasião, também morreram um guia e um motorista, ambos nigerianos que acompanhavam os outros franceses.

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